35 comentários em “Palavras para quê?”

  1. Mas como fazem quando saírem do País? Em toda a Europa, têm que mostrar o Certificado Digital. E quando vão a Países Tropicais? Têm que levar a vacina e mostrar o comprovativo. Menos…👎

  2. ” O medo é o oxigénio da respiração nacional. Já ninguém entende sequer que está diminuído, abúlico, cadavérico em vida. Todos transigiram e, no fundo, optaram pela degradação. “
    Coimbra, 4 de Setembro de 1956
    Miguel Torga, sempre actual.

      1. ” O hipercriticismo deste tempo é talvez o sintoma mais visível da opressão que nos esmaga.”
        Coimbra, 17 de Maio de 1957
        Miguel Torga responde na perfeição.

          1. Não seja tão célere a apontar defeitos, dê um desconto. Divida a frase da camisola em duas e já fica certa. As palavras até têm tamanhos diferentes.

          2. Você hoje acordou mal disposta, relaxe, quem não gostar das palavras tem lá os bonecos para ver.

  3. eu queria comentar mas fico sempre tão aturdida com estas situações (o que até nem é fácil):

    não sei se é a ignorância que me atormenta se é a arrogância de nem por um segundo pensarem na sua possível ignorância (e tudo isto multiplicado por várias pessoas)

    respiro ar fresco nas sábias palavras de Juan Luis Arsuaga (artigo na VISÃO):
    «O que pensa dos movimentos negacionistas?
    É como se não existissem. No caso da vacina, por exemplo, são muito poucos os que não querem vacinar-se. Como fenómeno psicológico ou sociológico, pode ser interessante entender as razões dessas pessoas, mas não são um problema. Nem vale a pena dedicar-lhes tempo.»

  4. Fazem muito bem, ditadura é o que temos.

    Claro que a autora aceitar que os transporte públicos de massa funcionem mostra que nem acredita grande coisa no que gosta de aparentar defender.

  5. Não, há ditadura sanitária.

    É tudo uma questão de vírgulas, como quase sempre. E talvez de não nos mostrarem as manifestações em França e um pouco por todo o mundo. Acho que esse é que é o ponto, ao contrário da vírgula.

      1. Talvez “uma vírgula, anónimo?”. Talvez “uma vírgula anónima”. Nunca “Uma vírgula anónimo ?”.

        É tudo uma questão de vírgulas, como quase sempre. As manifestações em França e um pouco por todo Mundo, esse é que é o ponto.

    1. Podia ter sido até uma partida, claro, mas aí borrava-se o H a caneta, a tinta, a carvão, a marcador, a… qualquer coisa que não desse uma triste imagem de um propósito com valia, João Pedro.

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