Bolo de casamento “A Armadilha”.
Segundo a tradição, se o bolo dos noivos tiver uma armadilha disfarçada ninguém há-de pensar que era para apanhar um alce ou uma rena (nem sequer como metáfora, pois ainda nenhum dos dois teve tempo de os pôr ao outro). Portanto, ou foi o pasteleiro que quis poupar na massa e manter a aparência, o que faz pouco sentido por ser o fim do negócio, ou um deles preparou-a para o outro, o que é mais provável. Assim sendo, está descoberto o autor no momento em que se ouvir a pergunta fatídica: «Onde é que te meteste?” De qualquer maneira, com ou sem crime, é normal um casamento ser um acto armadilhado.
(A meias com a Ana Vidal)


A Anita está sempre inserida, em coisas de estômago, como se não bastasse andar a engordar-nos á conta das maravilhosas propostas que nos apresenta, ainda se foi aliar aos bolos de casamento, qualquer coisita com açúcar lá está ela…
pois claro que o João o ” analista de casamentos ” acaba por condimentar sempre o evento, é assim uma espécie de terrorista de casamentos, anda sempre de armadilha na mão.
eh eh eh
Hum… Eu?!
Não, havia de ser eu….
Ah!… Bem me parecia. Sua terrorista de casamentos!
é é…
No entanto, o seu palpite não anda muito longe da realidade, eh eh eh…
Nem o seu. Ihihih…