Outubro (2) casamenteiro (25)


jmmcc,

Bolo de casamento “A Armadilha”.

Segundo a tradição, se o bolo dos noivos tiver uma armadilha disfarçada ninguém há-de pensar que era para apanhar um alce ou uma rena (nem sequer como metáfora, pois ainda nenhum dos dois teve tempo de os pôr ao outro). Portanto, ou foi o pasteleiro que quis poupar na massa e manter a aparência, o que faz pouco sentido por ser o fim do negócio, ou um deles preparou-a para o outro, o que é mais provável. Assim sendo, está descoberto o autor no momento em que se ouvir a pergunta fatídica: «Onde é que te meteste?” De qualquer maneira, com ou sem crime, é normal um casamento ser um acto armadilhado.

(A meias com a Ana Vidal)

6 comentários em “Outubro (2) casamenteiro (25)”

  1. A Anita está sempre inserida, em coisas de estômago, como se não bastasse andar a engordar-nos á conta das maravilhosas propostas que nos apresenta, ainda se foi aliar aos bolos de casamento, qualquer coisita com açúcar lá está ela…
    pois claro que o João o ” analista de casamentos ” acaba por condimentar sempre o evento, é assim uma espécie de terrorista de casamentos, anda sempre de armadilha na mão.
    eh eh eh

          1. é é…
            No entanto, o seu palpite não anda muito longe da realidade, eh eh eh…

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