Outros tempos, outros modos


Pedro Correia,

«Bloco pede demissão de ministro Álvaro Santos Pereira»

18 de Abril de 2012

 

«Bloco de Esquerda quer demissão do ministro da Economia e do secretário de Estado da Competitividade»

7 de Fevereiro de 2013

 

«Bloco de Esquerda defende demissão do Governo»

9 de Julho de 2013

 

«Uma ministra das Finanças [Maria Luís Albuquerque] que não fala verdade, que mente sobre as suas responsabilidades, não pode continuar a ser ministra.»

João Semedo, coordenador do BE, 26 de Julho de 2013

 

«Bloco exige demissão de Rui Machete por ter mentido ao Parlamento»

21 de Setembro de 2013

 

«Bloco de Esquerda pede a demissão do ministro da Educação, Nuno Crato»

4 de Dezembro de 2013

 

«Bloco de Esquerda exige a demissão da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz»

18 de Setembro de 2014

 

«Bloco de Esquerda pede demissão do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio»

19 de Março de 2015

 

«Bloco de Esquerda pede demissão do secretário de Estado Adjunto da Saúde, Leal da Costa»

7 de Maio de 2015

0 comentários em “Outros tempos, outros modos”

        1. Destes clamores pela demissão de ministros e secretários de Estado (a lista está longe de ser exaustiva), o meu favorito é o que visa o Álvaro Santos Pereira por “inadaptação”. Melhor ainda do que a saída do João Soares, já neste governo, por prometer no Facebook umas bengaladas ao Vasco Pulido Valente.

  1. Acho que não é difícil compreender que é pouco provável que se peça a demissão de um governo que se apoia. Em política, como na vida, tem de haver compromissos que se respeitam salvo se ultrapassarem certos limites. E como o título do post indica os tempos não são imutáveis, o Universo gira e muda.

      1. Não há verdades absolutas. Excepto em religião (pergunte ao Papa). Durante milénios a Terra rodou à volta do Sol… etc.
        Depois, na política, na guerra, etc. há problemas de ordem táctica, as coisas não marcham de modo linear. Não se trata de ir em linha recta para o adversário…Toda a gente sabe isto (excepto quando não convém).

          1. Sim, pode chamar-se assim. Tudo neste mundo é de geometria variável. Nada é fixo.

    1. O que é difícil compreender é que se peça permanentemente a demissão de um governo que, ao contrário deste, foi legitimado pelo voto popular. E também é difícil compreender que os mesmos partidos que hoje se colaram ao governo tenham passado quatro anos a chamar nomes e a insultar pessoalmente o PM sem nada acontecer.

    1. Um dos melhores argumentos que ouvi, sobretudo o do Bloco de Esterco. Muito bom, ao nível de Passos Coelho a quem auguro, por este andar, um magnífico futuro político.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *