“Vive le Québec libre!” (‘Viva o Quebec livre!’) foi uma frase de um discurso proferido pelo presidente francês Charles de Gaulle em Montreal, Quebec, em 24 de julho de 1967, durante visita oficial ao Canadá para a feira mundial Expo 67. Ao fazer um discurso para uma grande multidão de uma varanda na Prefeitura de Montreal
«Contexto Histórico (1960-1962): La relación entre Mónaco y Francia fue tensa debido a disputas fiscales. Charles de Gaulle presionó al Príncipe Rainiero III, esposo de Grace Kelly, provocando una crisis.» A Princesa fez a defesa do Mónaco durante um jantar
Nuestra época padece sobredosis de moral. La cultura contemporánea ha creído de manera tan precipitada como pueril que a los males de este mundo se opone toda una robusta batería de normas, valores, criterios y principios, llamados morales, que son los que tendrían vigencia si la humanidad fuera racional, benéfica, atenta y cuidadosa. Antonio Valdecantos La moral como anomalía, 2007
O JFK tinha as costas mesmo mal – a pose de Frankenstein’s impressiona.
Foram dias bem complicados nos bastidores.
Ainda bem que “a Presidente” desviou muitas das atenções.
Não é “A Presidente”, é “A Primeira Dama”

“Vive le Québec libre!” (‘Viva o Quebec livre!’) foi uma frase de um discurso proferido pelo presidente francês Charles de Gaulle em Montreal, Quebec, em 24 de julho de 1967, durante visita oficial ao Canadá para a feira mundial Expo 67. Ao fazer um discurso para uma grande multidão de uma varanda na Prefeitura de Montreal
«Contexto Histórico (1960-1962): La relación entre Mónaco y Francia fue tensa debido a disputas fiscales. Charles de Gaulle presionó al Príncipe Rainiero III, esposo de Grace Kelly, provocando una crisis.»
A Princesa fez a defesa do Mónaco durante um jantar
Bem observado pelo Rei Charles: se não fossem os ingleses, os americanos falariam hoje francês.
Os ingleses começaram por falar francês.
Nuestra época padece sobredosis de moral. La cultura contemporánea ha creído de manera tan precipitada como pueril que a los males de este mundo se opone toda una robusta batería de normas, valores, criterios y principios, llamados morales, que son los que tendrían vigencia si la humanidad fuera racional, benéfica, atenta y cuidadosa.
Antonio Valdecantos La moral como anomalía, 2007
Ao de Gaulle o “amigo americano” nunca enganou, por simpático que fosse.