Destes privilégios, e de todas as formas de luta que sirvam para os manter, ainda que trazendo enormes custos à economia do país, a esquerda gosta.
Outros privilégios
escafandro,
Destes privilégios, e de todas as formas de luta que sirvam para os manter, ainda que trazendo enormes custos à economia do país, a esquerda gosta.
Olho da rua com eles, porque não falta quem queira trabalhar e não tenha aonde. E de caminho denunciar quem está por trás deles a fomentar estas greves selvagens: o PARTIDO COMUNISTA PORTUGUES!
Abaixo os Fascistas
Morte aos fascistas e aos ricos´. Viva a Coreia do Norte. Morte aos capitalistas e empresários. Cuba Sempre!
A Coreia do Norte ainda vá que não vá mas Cuba é para meninos. Aliás, actualmente existem pouco regimes a sério, como, por exemplo, eram os da Albânia e da Roménia. Bons velhos tempos…
jaa, sabe do que fala?
Eu ainda agora ouvi na Antena 1 uma reportagem com os trabalhadores grevistas. Eles dizem que é falso que ganhem muito dinheiro, bem pelo contrário. E, como eles pintam a situação, estão contra uma lei que levaria a que metade do trabalho que eles hoje fazem passasse a ser subcontratado e pago à hora.
Se fôr esse o caso, parece-me a greve bastante legítima e adequada.
Eu não sei quem tem razão, por isso pergunto a jaa se sabe.
Luís:
Com a comunicação social que temos, é difícil ter certezas quanto ao que quer que seja. Mas li alguma coisa sobre o assunto e sei que pelo menos em Leixões não ganham nada mal (e têm ainda várias contrapartidas não monetárias, que foram conseguindo ao longo dos anos). Talvez mais importante: eu até compreendo que eles tentem proteger a sua situação (no limite, somos todos egoístas quando os cortes nos afectam) mas já não entendo que outros considerem um acto que é apenas isso (protecção de interesses particulares) como sendo uma luta justa contra a exploração, o capital, etc , etc . As medidas que o governo está a tentar implementar fazem todo o sentido: garantir alguma flexibilidade de horários sem que isso represente custos excessivos e cortar no número exagerado de postos que só podem ser ocupados por certas ‘categorias’ (uma excelente forma de estas garantirem força negocial e protegerem privilégios). Mas, claro – e é isso que refiro no posto -, este tipo de custos para a economia nunca preocupou a esquerda.
P. S.: Eu sei que em Leixões não há greve; só o mencionei porque é o porto acerca do qual conheço alguma coisa.
As medidas que o governo está a tentar implementar fazem todo o sentido: garantir alguma flexibilidade de horários sem que isso represente custos excessivos
Pois, isso faz todo o sentido. Mas quando essa flexibilidade a baixos custos é obtida à custa de os trabalhadores passarem a ser subcontratados e pagos à hora, eu compreendo e acho justíssimo que os trabalhadores lutem contra tal perspetiva.
É claro que para o patronato essa forma de flexibilidade é ideal. Não se tem responsabilidade pelos trabalhadores (eles são funcionários de uma qualquer empresa de trabalho temporário) e só se os chama quando são precisos. É uma maravilha. Mas eu acho bem que os trabalhadores lutem contra isso.
Mas, repito, não conheço a situação. Pode ser que a descrição que fiz acima daquilo que o governo pretende não seja correta.
É o resultado de quem acha que não podem existir vários portos numa só cidade…
Façam como a Dilma do partido dos Trabalhadores. Privatizem portos, aeroportos e estradas.
Aliás como o nosso PCP já aceita o PC Chinês como comunista tudo se pode esperar…