Ah, os travesseiros… já cheguei a meter-me no comboio para Sintra só para ir à Piriquita comer travesseiros. Quer dizer, nunca é só pelos travesseiros, Sintra será talvez a terra mais bonita do país e merece sempre a visita, mas os travesseiros valem a viagem, ó se valem!
O único TGV que apanhei foi aquele com três carruagens, uma de tequilla, outra de gin e outra de vodka, ali num bar no Bairro Alto. Aliás, apanhei vários, o que gera uma viagem bem atribulada.
Mas realmente era boa ideia um TGV (o comboio, não o shot) a ligar Sintra – Lisboa – Elvas. Assim podia ir buscar travesseiros e sericaia, e era muito mais feliz.
LOL. Eu vivo em Sintra, João, e passo a vida a ter de resistir à tentação de ir à Piriquita… nem preciso de TGV, posso ir a pé porque moro quase ao lado. Um suplício, garanto-te.
Fixei esta imagem no meu écran, congelei a minha retina, e para aqui estou prestes a entrar numa constelação inebriante, prestes a atingir um patamar de intensa loucura… Oh Ana, valham-me todos os Deuses do Olimpo, onde habitam todos os seres supremos, que me façam recordar quão perigoso é tamanha visão, e me façam ” aterrar ” sem mácula os meus delicados pés, naquele objecto odioso e quadrado que habita pelas nossas casas de banho. Malvada, malvada…
Uns pés que se podem tornar sapudos João, mas que por enquanto, ainda podem atormentar algumas mentes, não lhes dando descanso… o perigo reside nesse verdadeiro luxo que me enevoa a visão, chamado travesseiros, das coleguinhas queijadas, e de Sintra, aqui tão perto
Oh, CR, concentre-se por amor de Deus… não quero ser culpada de alguma desatenção que faça aterrar os seus pés delicados no objecto oval da sua casa de banho, por engano!
Só de pensar nesta sugestão, bem como nas anteriores (tirando as tuas sardinhas) e nas que hão-de vir, sobe-me o colesterol. Ana: o melhor é pôr esses motivos todos de uma vez na blogosfera . Estou cansado de me babar regularmente (se hei-de fazer figura de boxer que seja só uma vez).
Um tio-avô meu, que foi toda a vida comerciante no centro histórico de Sintra, morava mesmo em frente da Periquita. Lembro-me, desde sempre, de frequentar esta pastelaria, que em 40 anos (pelo menos) parece nunca ter passado de moda. Ainda recentemente lá fui comer um travesseiro, bem quentinho. Gosto muito, ao contrário das queijadas de Sintra, que nunca apreciei.
Conheci Portugal o ano passado. E conheci Sintra. Apaixonei-me menos pelo castelo e mais pelo museu do brinquedo. Quase chorei ao ver réplicas dos meus próprios brinquedos de menina pobre no Brasil. Bonequinhos de lata, carrinhos de empurrar com vareta, bonecas de pano. E já no fim de tarde, esperando o trem, com o estômago a roncar, paro num quiosque e a dona oferece-me um “travesseiro”. Não, apesar de cansada, ainda não quero dormir…E lá vem ela com os travesseiros de Sintra. Aí sim é que perdi o sono de vez!! Que perdição! Os travesseiros de Sintra, o bacalhau do Porto e os doces de Lisboa estão sempre presentes em minha memória. E ficam atiçando a vontade de voltar 😉
Pois volte, que o oceano que nos separa nunca foi tanto como agora o mar que nos une. Venha com essa vontade que todos nós também temos de ir. Sabe o que realmente nos separa? Simples: nada mais que quatro horas!
Os de cascais no pau de canela tb. são óptimos!
É verdade, também sou cliente de vez em quando. Mas não se comparam com os da Piriquita… mesmo em Sintra, só gosto desses.
Ah, os travesseiros… já cheguei a meter-me no comboio para Sintra só para ir à Piriquita comer travesseiros. Quer dizer, nunca é só pelos travesseiros, Sintra será talvez a terra mais bonita do país e merece sempre a visita, mas os travesseiros valem a viagem, ó se valem!
Para apanhares os travesseiros mesmo fresquinhos precisavas de ir de TGV.
O único TGV que apanhei foi aquele com três carruagens, uma de tequilla, outra de gin e outra de vodka, ali num bar no Bairro Alto. Aliás, apanhei vários, o que gera uma viagem bem atribulada.
Mas realmente era boa ideia um TGV (o comboio, não o shot) a ligar Sintra – Lisboa – Elvas. Assim podia ir buscar travesseiros e sericaia, e era muito mais feliz.
LOL
LOL. Eu vivo em Sintra, João, e passo a vida a ter de resistir à tentação de ir à Piriquita… nem preciso de TGV, posso ir a pé porque moro quase ao lado. Um suplício, garanto-te.
Fixei esta imagem no meu écran, congelei a minha retina, e para aqui estou prestes a entrar numa constelação inebriante, prestes a atingir um patamar de intensa loucura…
Oh Ana, valham-me todos os Deuses do Olimpo, onde habitam todos os seres supremos, que me façam recordar quão perigoso é tamanha visão, e me façam ” aterrar ” sem mácula os meus delicados pés, naquele objecto odioso e quadrado que habita pelas nossas casas de banho.
Malvada, malvada…
É um descanso para a mente saber notícias dos seus pés delicados. Um verdadeiro luxo, comparável aos Travesseiros de Sintra.
Uns pés que se podem tornar sapudos João, mas que por enquanto, ainda podem atormentar algumas mentes, não lhes dando descanso… o perigo reside nesse verdadeiro luxo que me enevoa a visão, chamado travesseiros, das coleguinhas queijadas, e de Sintra, aqui tão perto
Eheheh…
Oh, CR, concentre-se por amor de Deus… não quero ser culpada de alguma desatenção que faça aterrar os seus pés delicados no objecto oval da sua casa de banho, por engano!
ai ai periquita ai ai periquita ai ai periquita…
Pois.
Ah perdição!
Oh céus, oh deuses!
😉
Só de pensar nesta sugestão, bem como nas anteriores (tirando as tuas sardinhas) e nas que hão-de vir, sobe-me o colesterol.
Ana: o melhor é pôr esses motivos todos de uma vez na blogosfera .
Estou cansado de me babar regularmente (se hei-de fazer figura de boxer que seja só uma vez).
Um tio-avô meu, que foi toda a vida comerciante no centro histórico de Sintra, morava mesmo em frente da Periquita. Lembro-me, desde sempre, de frequentar esta pastelaria, que em 40 anos (pelo menos) parece nunca ter passado de moda. Ainda recentemente lá fui comer um travesseiro, bem quentinho. Gosto muito, ao contrário das queijadas de Sintra, que nunca apreciei.
e que belos sonhos que estes travesseiros me trazem.
Conheci Portugal o ano passado. E conheci Sintra. Apaixonei-me menos pelo castelo e mais pelo museu do brinquedo. Quase chorei ao ver réplicas dos meus próprios brinquedos de menina pobre no Brasil. Bonequinhos de lata, carrinhos de empurrar com vareta, bonecas de pano. E já no fim de tarde, esperando o trem, com o estômago a roncar, paro num quiosque e a dona oferece-me um “travesseiro”. Não, apesar de cansada, ainda não quero dormir…E lá vem ela com os travesseiros de Sintra. Aí sim é que perdi o sono de vez!! Que perdição! Os travesseiros de Sintra, o bacalhau do Porto e os doces de Lisboa estão sempre presentes em minha memória. E ficam atiçando a vontade de voltar 😉
Pois volte, que o oceano que nos separa nunca foi tanto como agora o mar que nos une. Venha com essa vontade que todos nós também temos de ir. Sabe o que realmente nos separa? Simples: nada mais que quatro horas!