12 comentários em “Outros motivos para amar Portugal (4)”
Ana,
Essa posta está mesmo apetitosa, mas confesso que prefiro o espiritual, feito por quem sabe (não leva natas, ao contrário do que aquilo que algumas cantinas apresentam como sendo o original).
A ceia de Natal é assim e é muito bem. Um dia destes dou-lhe uma dica para um toque de distinção entre a ceia e o mesmo prato em qualquer outro dia do ano.
Ontem, aqui no Oriente, o almoço foi bacalhau à brás, cozinhado por uma filipina, numa casa onde vive uma família com um português, uma macaense de forte ascendência chinesa, e duas meninas macaenses de segunda geração. Digam lá se o “fiel amigo”, possivelmente pescado na Noruega, não é o exemplo típico da globalização!
Mmmm… é bom de todas as maneiras mas esta aqui é a prova dos nove. Óptimo com o chamado “molho fervido”, à moda do Minho: – azeite, alho, cebola picada, tudo a ferver ao lume uns minutos para cozer bem, por fim mto. vinagre, e servido quase a borbulhar na molheira. Imperdível 🙂
O bacalhau, feito de qualquer maneira, é uma verdadeira instituição nacional. Escolhi esta por ser a mais simples, mas que exige a melhor qualidade em todos os “todos” (sobretudo no bacalhau e no azeite). Aqui não há disfarce possível.
Ana,
Essa posta está mesmo apetitosa, mas confesso que prefiro o espiritual, feito por quem sabe (não leva natas, ao contrário do que aquilo que algumas cantinas apresentam como sendo o original).
Quando tem natas, pede-se um coador…
À Brás, à Brás…
Bacalhau com todos e com todas, como diria o Louçã.
Olha a ceia de Natal, pelo menos na minha casa é assim.
Só sei que 20 minutos depois estou cheia de fome.
Mas o prato fica artisticamente decorado, lá isso fica, e o bacalhau parece um livro aberto, prontinho a passar a folha.
A ceia de Natal é assim e é muito bem. Um dia destes dou-lhe uma dica para um toque de distinção entre a ceia e o mesmo prato em qualquer outro dia do ano.
cá aguardo ansiosamente essa dica.
Ontem, aqui no Oriente, o almoço foi bacalhau à brás, cozinhado por uma filipina, numa casa onde vive uma família com um português, uma macaense de forte ascendência chinesa, e duas meninas macaenses de segunda geração.
Digam lá se o “fiel amigo”, possivelmente pescado na Noruega, não é o exemplo típico da globalização!
Mmmm… é bom de todas as maneiras mas esta aqui é a prova dos nove.
Óptimo com o chamado “molho fervido”, à moda do Minho: – azeite, alho, cebola picada, tudo a ferver ao lume uns minutos para cozer bem, por fim mto. vinagre, e servido quase a borbulhar na molheira. Imperdível 🙂
Parece-me bem. Mas, por mim, prefiro à lagareiro.
O bacalhau, feito de qualquer maneira, é uma verdadeira instituição nacional. Escolhi esta por ser a mais simples, mas que exige a melhor qualidade em todos os “todos” (sobretudo no bacalhau e no azeite). Aqui não há disfarce possível.
Nem mais: a tal prova dos nove 🙂