14 comentários em “Outros motivos para amar Portugal (16)”
Na minha terra (Covilhã cidade neeeveeee), para onde seguirei depois do nosso jantar, os peixinhos da horta comem-se juntamente com um outro tubérculo, também frito, e que por Lisboa ninguém conhece (só cresce na Beira Interior). Chama-se cherovia, será parecida com nabo em forma de cenoura, é uma coisa do outro mundo, embora não propriamente fácil. Em inglês é parsnip, e por esse nome há já quem conheça.
‘Tás cheio de sorte. Já agora leva para lá a notícia de que ele foi contemporâneo do Brás, o do bacalhau. Enquanto esse era virado ao peixão dos mares do Norte, o Garcia da Horta era pelo peixe miúdo…
Conheço bem as cherovias (xerovias?). Em miúdo costumava comê-las fritas, tal como as beringelas, por alturas das festas do Fundão, a 15 de Setembro (Santa Luzia).
acho que pode escrever-se cherovia ou xerovia. o sabor é parecido com o do nabo. tens fotografia aqui: http://www.facebook.com/?sk=media#!/group.php?gid=288964267638
Já as arranjei no mercado do Fundão e são deliciosas,simplesmente cozidas ou em polme,”rebozadas” como diriam os meus parentes do lado de lá da raia seca…e o que me diz ás papas de carôlo ? Perco-me pelas que comi no Montalto (estou a enganar-me no nome ?) ali à beira da Câmara da Covilhã, sala de jantar no primeiro andar. E os brulhões (maranhos é diferente,tostam no forno e são mais da Sertã), ali da zona do Pêso,Barco etc. ?
LOL. Deve ser chique, sim. E afinal foi o contrário: parece que nós é que levámos a moda dos legumes fritos para o Japão, e a palavra deriva da nossa “tempero”.
Falta o leite e o sal, para o maravilhoso petisco estar completo. Os peixinhos da horta são uma instituição nacional, e muito adequada aos tempos de crise que atravessamos.
Na minha terra (Covilhã cidade neeeveeee), para onde seguirei depois do nosso jantar, os peixinhos da horta comem-se juntamente com um outro tubérculo, também frito, e que por Lisboa ninguém conhece (só cresce na Beira Interior).
Chama-se cherovia, será parecida com nabo em forma de cenoura, é uma coisa do outro mundo, embora não propriamente fácil. Em inglês é parsnip, e por esse nome há já quem conheça.
‘Tás cheio de sorte. Já agora leva para lá a notícia de que ele foi contemporâneo do Brás, o do bacalhau. Enquanto esse era virado ao peixão dos mares do Norte, o Garcia da Horta era pelo peixe miúdo…
Parece que ninguém gostou dos meus peixinhos à Garcia da Horta.
Conheço bem as cherovias (xerovias?). Em miúdo costumava comê-las fritas, tal como as beringelas, por alturas das festas do Fundão, a 15 de Setembro (Santa Luzia).
Adoro beringela frita. Mas vocês estão a intrigar-me com essa coisa das cherovias… a que é que sabe?
acho que pode escrever-se cherovia ou xerovia. o sabor é parecido com o do nabo. up.php?gid=288964267638
tens fotografia aqui: http://www.facebook.com/?sk=media#!/gro
O importante é que tenha bom chabor. Ou bom xabor.
Não conheço, Aldolfo. Ficas intimado a trazer-me uma cherovia da tua terra, para eu provar. Combinado?
Já as arranjei no mercado do Fundão e são deliciosas,simplesmente cozidas ou em polme,”rebozadas” como diriam os meus parentes do lado de lá da raia seca…e o que me diz ás papas de carôlo ? Perco-me pelas que comi no Montalto (estou a enganar-me no nome ?) ali à beira da Câmara da Covilhã, sala de jantar no primeiro andar. E os brulhões (maranhos é diferente,tostam no forno e são mais da Sertã), ali da zona do Pêso,Barco etc. ?
Era Montalto sim. Infelizmente já não existe…
Agora, deve ser chique chamar-lhe “tempura” :).
LOL. Deve ser chique, sim. E afinal foi o contrário: parece que nós é que levámos a moda dos legumes fritos para o Japão, e a palavra deriva da nossa “tempero”.
Parabens pelos:
Peixinhos da horta… maravilhoso petisto…
Originário da Beira Litoral – Coimbra
Ingridientes:
Feijão verde
Farinha de trigo
Ovo
Pimenta preta
….
“A cozinha e adega exercem directa influência sobre o homem e as sociedades”
Eça de Queirós
Falta o leite e o sal, para o maravilhoso petisco estar completo. Os peixinhos da horta são uma instituição nacional, e muito adequada aos tempos de crise que atravessamos.