A Praça da República juntou-se às comemorações dos 20 anos sem Muro. Um outro olhar é sempre muito bem-vindo e estimulante.
Na fotografia: monumento às vítimas que morreram a tentar atravessar o Muro.
A Praça da República juntou-se às comemorações dos 20 anos sem Muro. Um outro olhar é sempre muito bem-vindo e estimulante.
Na fotografia: monumento às vítimas que morreram a tentar atravessar o Muro.
Captada com a alma.
Levo sempre a alma comigo, João 🙂
Já lá fui visitar a “Praça da República” e gostei.
Aqui está mais um “simbolo” bem “focado”…
Também gosto.
A “última” vítima da fiada de cruzes é o próprio muro.
Também.
Uma das coisas que mais me impressionavam naquele Muro tão sinistro era o facto de estar associado a tantos mortos. Quase todos jovens: gente que apenas pretendia chegar ao outro lado da mesma cidade. Não pode haver nada mais absurdo que isto, no coração de uma Europa ‘civilizada’. Houve cerca de 200 mortos: ao fim do primeiro ano, já tinham sido assassinadas pela Stasi 23 pessoas que haviam cometido o ‘crime’ de pretender transpor o Muro. A última vítima foi um adolescente, assassinado já em 1989. Poucos meses antes de a RDA terminar.
Não tem mesmo explicação, Pedro. Ainda menos se pensarmos no trajecto da Alemanha que tinha saído do regime nazi e aceitou um regime totalitário. Hoje passam 71 anos sobre a Krsitallnacht. O 9 de Novembro é uma data importante na História da Alemanha, 1848, 1918, 1923, 1938 e 1989.
Uma fotografia muito boa.
Este monumento escapou-me. Irei à procura dele na próxima ida a Berlim.
Obrigado pelo destaque.
Mais um dos memoriais envolvidos em polémica. São uma série de cruzes com os nomes de pessoas que morreram ao tentar vir para Ocidente. Já esteve por trás do Reichstag, a primeira e a segunda vez que fui a Berlim estavam lá, agora estão noutro sítio. Se vier do Reichstag para as Portas de Brandenburgo, fica do lado direito, no parque. É um bocado folclórico mas deu esta fotografia. A sua última fotografia na Praça da República está excelente, João.