Será mesmo? Ou foi a vitória da política sobre a música? Os “Europeus” estão a fazer o mesmo que fizeram outros regimes de má memória (desde o da «Inquisição» até ao actual, do «eua/nato»). Ninguém na música acredita nesta “vitória”, só os facciosos da política.
Putin vai somando derrotas – de Kiev a Helsinquia, de Cracóvia a Estocolmo, de Nova Iorque (ONU) a Bruxelas (Europa unida contra ele). Agora também em Turim.
Mas essa não é uma ilusão causada pela propaganda? 1 – Mas essa coisa, designada por “europa unida”, não é uma coisa muito pequenina? Já ninguém no mundo lhe liga. 2 – Essa cuja, não são um saco de pequenos estados minúsculos destituídos de poder e liderança, sem recursos básicos de energia e cereais, que toda somada nem sequer chega a 850 milhões. 3 – Na ONU — perante os 1400 milhões da China, os 1400 da Índia, somados a muitos outros que apoiam a Rússia — essa “europa unida” é ainda mais pequena. É, actualmente, um nada político. 4 – Essa “europa” já teve o seu tempo áureo: inquisicional, cruzadício, colonial, suprematista e imperial. Agora, não vale um pistachio furado. 5 – E mesmo dentro dessa tal “vitória” da canção política — votada por essa “europa” (portanto, uma votação em causa própria, sem a Ásia, África, Médio Oriente e Américas) — ninguém sabe quais são as fronteiras dessa tal “ucrânia”. 6 – Ninguém no mundo sabe onde é a fronteira dessa tal raça pura, livre de «ucranianos pró-russos» — que o «regime zelensky&azov» e os EUA/Nato apregoam e querem instituir à força desde 1991. 7 – Mas desconfio que, daqui a 1 ou 2 anos, o Putin vai dizer-lhe onde fica essa “fronteira”, e de que tamanho é. 8 – Para já, essa “ucrânia que ganhou o festival (e dizem ser constituída por ucranianos de raça pura não-russa») fica às portas do território russo da Crimeia e das República Populares de Lugansk e Donetsk. Mas daqui a um ou dois anos, talvez fique às portas das Repúblicas de Kherson, Zaporizhia, Odessa, Transnístria, … e se calhar de outras. 9 – Uma coisa é certa, o acesso à saúde e as trocas comerciais nesses territórios daqui a 3 meses (de acordo com o Decreto de Putin assinado a semana passada) vão ser já em rublos e para quem escolheu ser “ucraniano pró-rússia”. Nessa altura vamos ver, na prática, qual a fronteira e o território dessa «ucrânia que ganhou o festival, e que a europa/nato/eua dizem ser constituída por ucranianos de raça pura não-russa». 10 – Cá estaremos para ver.
Inevitavelmente, outros políticos sucederão aos actuais. Tanto de um lado como do outro. Mas a ilusão não será julgar que isso mudará a Rússia ou a mentalidade dos EUA/Nato?
Ai da EUROVISON que não ganhasse a Ucrânia, nem que fosse o Zé Cabra a cantar. Agora é o que está a dar, tudo a favor da Ucrânia mesmo com uma canção panfletária. Em Kyev (2017) Salvador Sobral foi proibido de exibir uma tshirt com “SOS REFUGEES”, pois os refugiados eram outros e nada de política.
Excelente música e bela actuação de Maro que merecia mais, muito mais do que o modesto 9 lugar, sem dúvida alguma, uma das melhores canções de sempre a representar Portugal na minha opinião.
A propósito: … A Austrália também é “europa”? Será que é por ser da “Commonwealth” (agora, que o dito Império Britânico saiu da dita “UniãoEuropeia”)? A dita “Europa”, coitada, cada vez mais parece uma loja de hambúrgueres macdonald… “Mais armas, mais armas… Armas até o zelensky querer”, mandam-lhe dizer os cowboys. Uma perfeita “Tia Vânia”, parafraseando, com a devida mudança de género, o grande Tchĕcov…
Absurdo? 1 – Então esses cujos, no dia em que nasceram, como se chamava o País em que nasceram? Não se chamava “Rússia”? E não escreveram em língua russa as suas obras? 2 – Por exemplo, o Gogol não nasceu na região de Poltava (em Sorochyntsi) no dia das mentiras de 1809 (1 de abril de 1809)? E no dia em que lá nasceu Gogol, não se chamava “Rússia”? 2.1 – Poltava não era russa desde a “batalha de Poltava” travada em 1709? … “The Battle of Poltava (8 July 1709) was the decisive and largest battle of the Great Northern War. A Russian army under the command of Tsar Peter I defeated a Swedish army, under the command of Carl Gustaf Rehnskiöld. The battle put an end to the status of the Swedish Empire as a European great power, as well as its eastbound expansion, and marked the beginning of Russian supremacy in Northern Europe.” 3 – Portanto, se começarmos a chamar a quem nasceu num sítio, que na altura era um País específico, o nome dos países que foram lá num momento anterior e posterior a esse nome, acabamos por cair no absurdo. O absurdo de lhes termos de chamar todos os nomes anteriores e posteriores a esse seu contexto de nascença. 4 – Assim sendo, se deixássemos de chamar às pessoas (e aos autores de obras) os nomes dos países onde nasceram, no dia em que lá nasceram, ficava o quê? Ficava aquilo que lhes devíamos de chamar: … Apenas o nome de si-próprios, enquanto autores e criadores. Ou não?
Só para o duo Putin-Lavrov (e respectivos porta-vozes e avençados do Clube Valdai) estes geniais ucranianos podem ser considerados russos. Seria o mesmo que chamar “hispânicos” ao Camões e ao Gil Vicente e ao Fernão Lopes.
Vamos ver o que vai acontecer noutras “situações” que dão vitórias a países ou a p.ex.clubes de países. A começar pelo Campeonato do Mundo de Futebol 2022.
Será mesmo?
Ou foi a vitória da política sobre a música?
Os “Europeus” estão a fazer o mesmo que fizeram outros regimes de má memória (desde o da «Inquisição» até ao actual, do «eua/nato»).
Ninguém na música acredita nesta “vitória”, só os facciosos da política.
Putin vai somando derrotas – de Kiev a Helsinquia, de Cracóvia a Estocolmo, de Nova Iorque (ONU) a Bruxelas (Europa unida contra ele). Agora também em Turim.
Mas essa não é uma ilusão causada pela propaganda?
1 – Mas essa coisa, designada por “europa unida”, não é uma coisa muito pequenina? Já ninguém no mundo lhe liga.
2 – Essa cuja, não são um saco de pequenos estados minúsculos destituídos de poder e liderança, sem recursos básicos de energia e cereais, que toda somada nem sequer chega a 850 milhões.
3 – Na ONU — perante os 1400 milhões da China, os 1400 da Índia, somados a muitos outros que apoiam a Rússia — essa “europa unida” é ainda mais pequena. É, actualmente, um nada político.
4 – Essa “europa” já teve o seu tempo áureo: inquisicional, cruzadício, colonial, suprematista e imperial. Agora, não vale um pistachio furado.
5 – E mesmo dentro dessa tal “vitória” da canção política — votada por essa “europa” (portanto, uma votação em causa própria, sem a Ásia, África, Médio Oriente e Américas) — ninguém sabe quais são as fronteiras dessa tal “ucrânia”.
6 – Ninguém no mundo sabe onde é a fronteira dessa tal raça pura, livre de «ucranianos pró-russos» — que o «regime zelensky&azov» e os EUA/Nato apregoam e querem instituir à força desde 1991.
7 – Mas desconfio que, daqui a 1 ou 2 anos, o Putin vai dizer-lhe onde fica essa “fronteira”, e de que tamanho é.
8 – Para já, essa “ucrânia que ganhou o festival (e dizem ser constituída por ucranianos de raça pura não-russa») fica às portas do território russo da Crimeia e das República Populares de Lugansk e Donetsk. Mas daqui a um ou dois anos, talvez fique às portas das Repúblicas de Kherson, Zaporizhia, Odessa, Transnístria, … e se calhar de outras.
9 – Uma coisa é certa, o acesso à saúde e as trocas comerciais nesses territórios daqui a 3 meses (de acordo com o Decreto de Putin assinado a semana passada) vão ser já em rublos e para quem escolheu ser “ucraniano pró-rússia”. Nessa altura vamos ver, na prática, qual a fronteira e o território dessa «ucrânia que ganhou o festival, e que a europa/nato/eua dizem ser constituída por ucranianos de raça pura não-russa».
10 – Cá estaremos para ver.
Putin anda com a cabeça muito inchada, como bem se viu a 9 de Maio. Porque será?
Inevitavelmente, outros políticos sucederão aos actuais. Tanto de um lado como do outro.
Mas a ilusão não será julgar que isso mudará a Rússia ou a mentalidade dos EUA/Nato?
“Já ninguém no mundo lhe liga.” Não tem exército.
A Rússia não entrou no Festival, não sei por exclusão ou por não comparecer.
Então e se a canção vencedora fosse a Grã Bretanha, ou a de Portugal?
Qual música? O Festival da Canção nunca foi sobre música.
Ai da EUROVISON que não ganhasse a Ucrânia, nem que fosse o Zé Cabra a cantar.
Agora é o que está a dar, tudo a favor da Ucrânia mesmo com uma canção panfletária.
Em Kyev (2017) Salvador Sobral foi proibido de exibir uma tshirt com “SOS REFUGEES”, pois os refugiados eram outros e nada de política.
Deixe lá, Zé Cabra, um dia você ainda há-de cantar quase tão bem como o Salvador Sobral. No chuveiro.
Evidentemente. Gente esquisita que quer fazer mesquitas em todo o lado já temos quanto baste.
Excelente música e bela actuação de Maro que merecia mais, muito mais do que o modesto 9 lugar, sem dúvida alguma, uma das melhores canções de sempre a representar Portugal na minha opinião.
Pedro Santos
A propósito: … A Austrália também é “europa”?
Será que é por ser da “Commonwealth” (agora, que o dito Império Britânico saiu da dita “UniãoEuropeia”)?
A dita “Europa”, coitada, cada vez mais parece uma loja de hambúrgueres macdonald…
“Mais armas, mais armas… Armas até o zelensky querer”, mandam-lhe dizer os cowboys.
Uma perfeita “Tia Vânia”, parafraseando, com a devida mudança de género, o grande Tchĕcov…
Os meus escritores favoritos em 2022 são todos ucranianos.
Escritores como Gogol, Mikhail Bulgakov e Isaac Babel.
Era o mesmo que chamar muçulmano ao Camões ou ao Pessoa.
Palavra de honra, que analogia mais absurda
Absurdo?
1 – Então esses cujos, no dia em que nasceram, como se chamava o País em que nasceram? Não se chamava “Rússia”? E não escreveram em língua russa as suas obras?
2 – Por exemplo, o Gogol não nasceu na região de Poltava (em Sorochyntsi) no dia das mentiras de 1809 (1 de abril de 1809)? E no dia em que lá nasceu Gogol, não se chamava “Rússia”?
2.1 – Poltava não era russa desde a “batalha de Poltava” travada em 1709? … “The Battle of Poltava (8 July 1709) was the decisive and largest battle of the Great Northern War. A Russian army under the command of Tsar Peter I defeated a Swedish army, under the command of Carl Gustaf Rehnskiöld. The battle put an end to the status of the Swedish Empire as a European great power, as well as its eastbound expansion, and marked the beginning of Russian supremacy in Northern Europe.”
3 – Portanto, se começarmos a chamar a quem nasceu num sítio, que na altura era um País específico, o nome dos países que foram lá num momento anterior e posterior a esse nome, acabamos por cair no absurdo. O absurdo de lhes termos de chamar todos os nomes anteriores e posteriores a esse seu contexto de nascença.
4 – Assim sendo, se deixássemos de chamar às pessoas (e aos autores de obras) os nomes dos países onde nasceram, no dia em que lá nasceram, ficava o quê? Ficava aquilo que lhes devíamos de chamar: … Apenas o nome de si-próprios, enquanto autores e criadores.
Ou não?
Só para o duo Putin-Lavrov (e respectivos porta-vozes e avençados do Clube Valdai) estes geniais ucranianos podem ser considerados russos.
Seria o mesmo que chamar “hispânicos” ao Camões e ao Gil Vicente e ao Fernão Lopes.
Vejam o vídeo e depois falamos:
https://www.youtube.com/watch?v=Z8Z51no1 TD0
Está a tornar-se num novo hino europeu, 48 horas depois.
Vamos ver o que vai acontecer noutras “situações” que dão vitórias a países ou a p.ex.clubes de países.
A começar pelo Campeonato do Mundo de Futebol 2022.