Também estranhei a influência que a discussão sobre as consequências económicas e os riscos financeiros tiveram no debate sobre a independência da Escócia. Do Kosovo a Timor-Leste, e passando por todas as ex-repúblicas soviéticas, nunca vi que a economia tivesse algum peso na decisão dos eleitores de uma nação em escolherem a sua independência. No caso da Escócia não foi, porém, isso o que se passou, sendo esse um dos pontos essenciais do debate. Mas há uma explicação simples. Afinal este personagem não era escocês?


Disse.
Mau perder porquê? Eu não sou escocês.
Argumento da treta para quem fez aqui campanha pelo NÃO.
Que se calhar foi seguida por imensos escoceses…
Por quem fez campanha pelo SIM, obviamente. O NÃO ganhou 55-45.
O poder e o dinheiro sempre estiveram do mesmo lado, mas a capacidade dos mercados supranacionais para fazer e desfazer nações e para mandar na política interna destas é uma novidade.
Até onde irá este poder dos mercados?
Não, esse era primo dele.
A Wikipedia diz que “Scrooge McDuck is an elderly Scottish”.
E que fez fortuna com os diamantes, não com o petróleo, mesmo que para tal tenha sido políticamente muito incorrecto…
É simples.
Os Escoceses são ricos, logo preferem não arriscar em si próprios.
Aqueles que têm muito menos já não têm tanto risco em apostar em algo diferente.