– Stop! Os seus docu-mentos, por favor. O sub-marino é seu?
– Acabo de comprá-lo.
– Mostre-me os docu-mentos.
– Desculpe, senhor guarda… Não sei onde os pus…
– Stop! Os seus docu-mentos, por favor. O sub-marino é seu?
– Acabo de comprá-lo.
– Mostre-me os docu-mentos.
– Desculpe, senhor guarda… Não sei onde os pus…
Socorrendo-se de uma hipérbole visual, entendi este post como uma crítica às democracias musculadas e à desproporção dos meios utilizados pela polícia [e o consequente aparato: um veículo anfíbio (?)] na intercepção de cidadãos que conduzem veículos, mesmo já identificados com um “chip”…
A sua ideia é hiperbólica (uma hipérbole diabólica). Vejamos: está ali uma versão cinematográfica do ‘Nautilus’ e a autoridade não está à vista. Nada mais.
Assim como assim, substituí “veículo” por “submarino” no diálogo. Perdeu graça, mas ficou mais claro.
Mas aquele “brinquedo” então pertence a quem? É só para enfeitar? Nada sugere? Não se estabelece ali um diálogo entre uma autoridade de polícia e um cidadão embaraçado?
O ‘Nautilus’ é do capitão Nemo. E chega. Não foi grande ideia? Paciência. Já passei à frente.
Pois… assim sugere-me GSC , Thyssen Krupp .
Che-ga! A-di-an-te!
LOL
Caramba, James, que preciosismo! Se não acha claríssimo o que ali se sugere, o mal só pode ser da sua leitura…
Os Gato Fedorento disseram que os documentos estavam no porta-luvas do submarino…
:)))))
Pois foi, mas parece que os submarinos mergulharam com o porta-luvas aberto.
Isso é difícil, parece que não submergem de todo…
…e além dos documentos, também não sei onde pus o contrato de compra e 34 milhões de euros. É capaz de estar tudo lá para casa, num montão de fotocópias que para lá tenho, mas não posso ter a certeza. Sabe, sou um cabeça no ar, é o que eu sou, senhor guarda…
Hehe…