Os poetas. Fogem da dor como o diabo da cruz e a dor que sentem é quando a ilusão fracassa, porque do caminho fez atalho. É essa a dor que o poeta sente, a pena própria que resolve à pena, à Língua, criando mais e mais ilusões, por entre queixumes ocres e violentas.
Os poetas.
letraspequenas,


E para apaziguar a dor, que tal um drink no «Café Terrace at Night» do nosso amigo Van Gogh, não acha, Gui?
Ainda mais com o céu assim estreladinho que nem um ovo…
🙂
Antonieta
Bela ideia, Tóino. É sentar que já mando vir. lVM
Entretanto esta beleza canta um fadinho http://www.youtube.com/watch?v=WdP0Rnty
🙂
O Tóino é o fadista? Lol
Mas para provocar uma enchente no Café do Vincent, eu sugeria o Jagger e o Bowie no «Dancing in the Street», talvez acompanhados (para dar um cheirinho a fado) pela Ana Moura.
Vou já para lá!
😉 antonieta
p.s. nunca ponho o maria para não me falarem nos brioches…
Ah e não consegui abrir o vídeo, pelo que se isto for um perfeito disparate, releve, ok?
Bom dia, madrugada! Pode ser essa eterna dupla. O carcaço do Jagger até está uma máquina. Mr. Bowie, não sei, mas se não puder da tripeça, faz o coro.
Não abre o vídeo? Está linkado e tudo… estranho. Mas tem de ouvir essa miúda que um cancro nos levou. Pilhe-a em “Lhasa de Sela meu amor meu amor”. Se calhar ouviu.
E aqui na nossa terra, quem melhor combina com a Antonieta? O Tóino fadista e outras coisas mais, pois claro 🙂
@gri,
“O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente que chega a fingir que é dor,
a dor que deveras sente.”.
http://www.youtube.com/watch?v=7Sib-rNxN as
Não se encoste à parede. Aprochegue-se, mas sem a vassoura,
Cum bejinhos bués.
E “pedras no caminho…?” Fumo-as todas, eheh
Vexa. é que tem de se calçar na parede. Por segurança. Não sou eu.
Beijo e boa semana, Anómino, seu melrinho 🙂