0 comentários em “Os parquímetros em Carnide.”

  1. ” tinha ensaiado um regresso ao PREC.” Esta não lembrava ao diabo. Imaginação não lhe falta Senhor Leitão.

  2. Estranho o alarido. A cidade de Lisboa está a ser vandalizada há já uma série de anos e os vândalos não só não são punidos, como até são louvados. Ele é passeios escavacados, ruas e avenidas cortadas, árvores derrubadas, praças transformadas em lamaçais ou dunas de poeira (consoante a estação), a circulação pedonal e automóvel lançadas no caos, meses e meses (quando não anos) a fio, sem nenhum fim à vista (ou em vista).

      1. Não, é mesmo a dona da EMEL. Nestes últimos anos ficamos com uma ideia de como Lisboa teria ficado, caso Portugal tivesse entrado na II Guerra Mundial.

        1. ui, ui, Lisboa parece mesmo um cenário de guerra e peste, pior que Bagdad. É por isso mesmo que o Medina vai ter menos de dez por cento.

          1. Como eu disse acima, os vândalos até são louvados e ganham eleições. O maior e mais óbvio que eu alguma vez vi até ganhou as legislativas de 2009.

  3. Nunca se viu tanta obra inútil, redondante, senão perniciosa, ao mesmo tempo que são ignoradas situações graves, prementes.

  4. Ou me engano muito ou este evento, que o Luís Menezes Leitão qualifica como um regresso ao PREC, não passa de uma encenação organizada, promovida e gerida pela Junta de Freguesia local com objetivos puramente eleitoralistas. Nada tem de manifestação da vontade popular e tem tudo de manifestação da vontade partidária.

  5. Por onde eu vim a descobrir que o PREC queria dizer Processo Revolucionário de Estacionamento Controlado.

    Uns veem o Diabo, outros o perigo comunista, anda aqui alguma desorientação.

    1. Desculpe: O PREC nunca quis um estacionamento controlado. Por isso a sigla não resulta.

      O bom povo de Carnide está unido e vigilante contra os fascistas e os especuladores. Especialmente na cobrança do estacionamento onde a exploração por parte do(a) grande capital impera e a especulação todos os dias faz subir os preços. E o povo unido jamais será vencido.

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