A Wikipédia fechou durante 24 horas em protesto contra as propostas de lei PIPA e SOPA que aguardavam a votação do Senado e da Câmara de Representantes. Responsáveis da Google, Facebook, Yahoo e Twitter já tinham reunido para coordenarem um blackout do mesmo tipo. Estas ameaças resultaram no adiamento da votação para as calendas gregas após o recuo de alguns senadores e congressistas do Partido Republicano.
Seth Godin recorda-nos que a tentativa de defender a propriedade cerceando as liberdades não se materializou por geração espontânea: é um produto da corrupção, da ganância e da estranheza dos eleitos perante a internet. Quase metade dos congressistas, afirma, é composta por milionários. Para esses a opção é clara.
Mas Godin não acrescenta algo que me parece interessante: o combate às duas propostas de lei é organizado por gente não menos abastada, vinda da tecnologia e dos new media. Ou seja, a América é suficientemente vasta para albergar dois tipos de milionários: os progressistas e os outros. A isso chama-se sorte.
Nós só temos dos outros — e sempre rodeados por uma corte de anõezinhos de bóina nas mãos.

Mais um texto cheio de criatividade ao nível daqueles sobre a escravatura.
Há mais Democratas a apoiar a legislação que Republicanos mas você só fala de Republicanos dando a entender que são eles os grandes apoiantes da medida, reforçada no final com a brilhante remate “progressista” de modo a quem ler ligue os milionários a favor da Lei aos Republicanos e os contra progressistas aos Democratas.
É por estes textos tão comuns nos jornais portugueses que é impossível lê-los.
Você, se não estivesse tão ocupado com os seus fantasminhas ideológicos, podia aprender a ler.
O que eu escrevi foi que alguns políticos do Partido Republicano retiraram apoio à proposta, o que é confirmado por uma notícia de ontem do NYT que, muito francamente, não me vou dar ao trabalho de lhe servir. Até porque provavelmente você a leria de um modo tão enviesado como leu o meu post.
Tenho toda a razão para ler o seu post enviesado.
Pois é enviesado.
Não refere os Democratas.