
Os Óscares já não são o que eram. De ano para ano, cresce o desinteresse em torno das estatuetas. Não apenas nos EUA, mas um pouco por todo o mundo.
Desta vez registou-se a maior queda de audiências de que há memória. Uma tendência em que os galardões da Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood acompanham o que sucedera na cobertura dos prémios Emmy, em Setembro: 5,1 milhões de espectadores (menos 14%) e dos Grammy, em Março: 9,2 milhões (menos 51% em comparação com os 18,7 milhões que seguiram a cerimónia em 2020).
Em termos sentimentais, para muitos cinéfilos, um Óscar será sempre um Óscar. Mas grande parte do fascínio que envolvia a distribuição dos mais cobiçados prémios da Sétima Arte parece ter-se perdido para sempre. Os números confirmam: a mobilização dos espectadores caiu a pique. A 93.ª edição, recentemente realizada, atraiu 9,8 milhões de espectadores – 58% menos do que os 23,6 milhões que tinham assistido à transmissão no ano passado. E muito abaixo dos 41,6 milhões que em Março de 2010 acompanharam o intenso duelo entre dois filmes: Avatar, de James Cameron, e Estado de Guerra, de Kathryn Bigelow.
Passaram apenas onze anos, mas parece ter sido há uma eternidade. De então para cá, Hollywood tornou-se capital da correcção política, substituindo a consagração artística pelo catecismo ideológico. E as sessões de distribuição de prémios, em vez de enaltecerem a magia do cinema, tornaram-se maçadoras maratonas de evangelização em via única, sem qualquer sopro contraditório. Receita segura para afugentar o público. Ninguém tem paciência para ouvir quatro horas de pregações e ladainhas a pretexto da celebração de filmes.
Parafraseando o juiz Ivo Rosa, é pouco recomendável mercadejar política a pretexto da indústria do entretenimento. Esta entrou em decadência no momento em que se deixou contaminar por quotas étnicas e sexuais tornadas já obrigatórias para cada elenco. À luz deste critério, filmes como O Padrinho, Casablanca ou Citizen Kane nunca teriam visto a luz do dia.
Em 2018, Javier Marías – o melhor romancista espanhol contemporâneo – confessou o seu imenso tédio ao ver na TV uma versão actualizada do western Os Sete Magníficos, surgido em 1960. Na versão homónima de 2016, os sete integravam um mosaico multirracial – havia um negro, um índio, um hispânico, um asiático. Como se a assembleia-geral da ONU tivesse sido transposta para o velho Oeste selvagem. «Desinteressei-me, por ser tão inverosímil», observou o escritor numa crónica.
Somos muitos a pensar como ele. Péssima notícia para a RTP, que em 2021 – vinte anos depois – voltou a garantir o exclusivo da emissão dos Óscares para Portugal. Com manifesto insucesso: atraiu pouco mais de 150 mil espectadores, enquanto a SIC captava mais de 440 mil e a TVI ultrapassava os 340 mil. Sermão por sermão, antes a missa dominical.
Texto publicado no semanário Novo

Subscrevo. A cerimónia e até os filmes e actores premiados se tornam desinteressantes pela moralização que pretendem. O cinema está a perder magia. Aliás estamos a perdê-la (ou a atirá-la fora) em tudo.
Bom dia.
Eu acompanhava (e gravava) há 30 anos. Deixei de gravar em 2016, deixei de ver em 2018.
Aconteceu comigo o que aconteceu a muitos milhões de pessoas em todo o mundo. Ao trocarem expressão artística por comícios políticos perderam imensos espectadores. E não ganharam nenhum.
O declinio dos Oscares começou pouco antes da Lista de Schindler, a tendencia já lá estava, só que na altura preferenciava outros temas.
Sobretudo nos ultimos 20 anos houve filmes excelentes que foram descartados por não se enquadrarem nesta mentalidade hedionda.
Para mim, política, “virtue signaling” e entretenimento teem o seu espaço próprio, e activismo também. Agora acham “bonito”ou “virtuoso” misturar tudo, perco de imediato o interesse, dispenso doutrinação ideológica.
A mesma perda de interesse e audiência acontece com muitos desportos com a parvoíce do joelhinho no chão e “Black Lives Matter”.
“Cuidado com o que desejas”, 1984 espreita na esquina.
Algo que está a acontecer a todo o entretenimento americano. Já não tenho paciência para ver muitas séries americanas e anglo-saxônicas. Esta auto destruição é uma grande oportunidade para cinema e séries de outro países e culturas se afirmarem nos escombro da revolução cultural neo-marxista americana. Que aproveitem a oportunidade não copiando o que vem de lá.
Os melhores filmes ficam cada vez mais à margem dos Óscares. Como bem se viu com O Irlandês, do Scorsese.
Hoje o melhor prémio é não ganhar Óscar algum.
Esse fenómeno não é recente. Existem listas que datam de décadas incluindo filmes, actores e realizadores que ficam fora da cerimónia, ou indo, perdem sempre, devido ao politicamente incorrecto. Já outros filmes ganharam porque, parafraseando o outro, eram do bem.
Não é recente mas tem-se agravado exponencialmente.
A instituição de quotas étnicas obrigatórias para várias categorias, com definições de percentagens, tornou isto numa palhaçada.
E é este o valor dum Óscar actual: uma palhaçada.
Os resultados estão à vista.
A Mayor da 3ª maior cidade americana, Chicago afirmou que só dá entrevistas exclusivas a jornalistas da cor da “sua” pele. Tal não abriu telejornais nem teve direito a primeira páginas dos “jornais de referencia” … porque será que não consideram tal uma notícia importante? us/1394766979450425360 “As @chicagosmayor reaches her two year midway point as mayor, her spokeswoman says Lightfoot is granting 1 on 1 interviews – only to Black or Brown journalists”
https://twitter.com/MaryAnnAhernNBC/stat
Sermão por sermão, antes a missa dominical.
Pois seria conveniente sabermos também qual a audiência da missa dominical (que penso ainda ser) transmitida pela RTP. E sabermos se essa audiência se tem mantido ou diminuído.
Somadas, as missas dominicais na RTP e na,TVI têm cerca de um milhão de espectadores. Ou mais.
Para além de números de audiência, importa o serviço prestado. Imagine zonas do norte e interior ainda de forte vivência católica e idosos, sobretudo em lares, que não têm possibilidade de se deslocar à Igreja.
Já para não falar da importância que teve e tem em tempos de confinamento.
Vi todos os anos. Este ano foi um tédio. Que má apresentação, caramba!
“é pouco recomendável mercadejar política a pretexto da indústria do entretenimento. Esta entrou em decadência no momento em que se deixou contaminar por quotas étnicas e sexuais tornadas já obrigatórias para cada elenco”… nem mais.
Diz-se que o Anthony Hopkins, que faz um papelão no The Father, não esteve presente porque pensava, como os demais, que o Oscar de melhor actor seria atribuído postumamente ao Chadwick Boseman, o excelente Pantera Negra. Vá lá, que imperou algum bom senso.
De resto, foi desolador.
Ainda não vi Nomadland e estou curiosa para saber se é aquilo que se diz, ou mais um Oscar étnico.
Bom dia,
Olhe que a coisa é um bocadinho mais grave, há gente a ser despedida, carreiras a serem destruídas. Há movimentos a dizerem que um escritor branco não pode criar personagens negros, ou se for hetero não pode criar personagens gays e por aí fora. A bem dizer, se isto for levado até às últimas consequências, adeus ficção, cada escritor só poderá escrever memórias. E há editoras que quando – numa obra de ficção – existe, por exemplo, um personagem negro, contratam um indivíduo negro para verificar se não há nada de politicamente incorreto na personagem, e há editoras a estabelecerem políticas de publicação com base em cotas, independentemente da qualidade dos textos. Isto está a ficar perigoso, não lhe quero chamar fascismo para não banalizar a palavra, mas não está longe de uma tentativa orweliana de pensamento único. Claro que estas coisas muitas vezes chegam tarde e a más horas à tugolândia mas não sei se não seria melhor ir pondo as barbas de molho.
Cumprimentos
Bom dia. Ultimamente tenho-me dedicado à violência doméstica. As moscas em minha casa não se metem. Mosca que entre em minha casa é para abater.
Sobre o seu comentário, certeiro, quero dizer-lhe que isso será assim se os passivos mariquinhas pé-de-salsa se deixarem subjugar pela Ordem Mundial que o aldrabão Biden em associação com a UE pretende implementar.
Com as possibilidades tecnológicas no presente não há necessidade de um escritor se submeter a regras de editoras e estados para publicar, elaborar e até mesmo imprimir um livro.
Se é possível fabricar uma arma em casa com uma impressora 3D, quanto mais um livro.
Surgirá uma associação independente de escritores que publicará, promoverá e distribuirá seus livros.
A mais delirante que ouvi foi uma editora ter recorrido a um “gay sensitive reader” para avaliar um romance de um escritor… Gay. O homem ainda era gay de forma errada e isso é que não pode ser.
O bicho da fruta é tramado!
Os grandes filmes são cada vez mais escassos, hoje é o cinema pipoca tudo muito rápido, vazio, sem narrativa nenhuma para não fazer pensar e cansar o espectador. Os tempos são estranhos tudo parece estar a perder a magia. O glamour desapareceu! E aquele encantamento que me prendia até as altas horas da manhã é hoje passado para recordar.
Não concordo totalmente. Os Óscares sempre foram plataforma de ideologia política. Lembro-me dos discursos com elevado teor político nas mais variadas áreas.
O que realmente está a diminuir é a paixão pelo cinema, o que se repercute na cerimónia que supostamente celebra o mesmo. Ir ao cinema é completamente diferente de ver um filme na TV (ou PC), por melhor que seja o flatscreen e o sistema de som. Havia todo um ritual que é impossível de replicar no sofá de casa. Nem que seja pelo cumprimento de um conjunto de regras que faziam de ver um filme um fenómeno de grupo, ao invés de uma actividade solitária.
A paixão pelo cinema está a diminuir mas não é só pela facto de o cinema ser cada vez mais tiros e explosões. É também pelo vizinho da frente que não consegue desligar o telemóvel durante o filme, e do tipo do lado com um balde de pipocas….
Ia-se ao cinema para ver um filme, havia um ritual de silêncio que se deixou de respeitar.
Claro que também não ajuda que a melhor escrita tenha emigrado para as séries…
Vizinho da frente?
Isso foi chão que deu uvas.
Os cinemas estão cada vez mais vazios.
E já era assim muito antes da pandemia.
Sinto falta da liturgia.
Lembro-me de ir ao cinema e não se poder entrar depois das luzes se apagarem.
Claro que, apanhar um tipo a explicar o filme, ou ter sorvidos e mastigações como banda sonora não ajuda ao regresso.
Não se preocupe. Nos tempos actuais não há lugar mais silencioso e aprazível do que uma plateia de cinema.
Infelizmente esta nova mentalidade não exclusivamente cinéfila. Está a acontecer o mesmo noutras áreas de actividade com a introdução do politicamente correcto ou com a desculpa da integração.
No cinema há quem veja a necessidade de fazer um filme em que o super – homem é gay.
Na gastronomia há quem queira abolir a punheta de bacalhau e a batata a murro porque são ofensivos.
Na literatura nem vale a pena falar. Só de pensar que sobreviveu à censura de épocas passadas mas esbarra agora no politicamente correcto, está tudo dito.
No cinema os Óscares são apenas um espectáculo de promoção de lóbis já não tem nada a ver com a distinção dos melhores artistas.
Os filmes do 007 também querem substituir o Daniel Craig por uma mulher, provavelmente com cuecas de aço.
Os lóbis gays, lesbianas, estão a contaminar a cultura e a construir um novo mundo de imposições ditatoriais de um estilo de vida alternativo. Comigo não contem nem que tenha que fugir para as ilhas desertas!!
Rui Mattos
“No cinema os Óscares são apenas um espectáculo de promoção de lóbis já não tem nada a ver com a distinção dos melhores artistas.”
E qual a diferença para os Nobel da Literatura? E nem vale a pena falar dos da Paz.
“Por respeito à paciência do autor do postal e de quem lê as caixas de comentários não vou continuar um diálogo sem nexo.”
E este diálogo já tem nexo para si ?
Hoje os verdadeiros cineastas fogem dos Óscares como o diabo da cruz.
É preciso fazer contas também ao impacto da pandemia. As salas de cinema estiveram encerradas largo tempo, os circuitos publicitários e de marketing funcionaram em serviço mínimo, as estrelas andaram bastante resguardadas…
Impacto da pandemia??
As salas de cinema há muito que andam infelizmente pelas ruas da amargura, já nem o Cinebolso que foi a verdadeira escola da juventude e que prestou um inegável serviço público durante décadas( merecia uma condecoração presidencial) consegue ter receitas dignas de um Óscar.
Tânia Maria
Errado,o Cinebolso era universidade de hidraulica da neo burguesia. O Animatografo do Rossio vulgo Arco Bandeira era o opio do proletariado.! Só este ultimo se nao condecorado pelo menos direito a uma selfie memorial antes da bela fachada art deco ser substituida por graffiti non binário/gay tendo como icon por exemplo a nova estrela cinematografica Luar Mortágua.
Ass: Freitas do Bacanal
Uma feira de vaidades!
Eu nunca recebi um Óscar e também sei representar. Em Portugal a industria de filmes para adultos não reconhece o meu trabalho.
Armando Leão
Mas um dos seus actores-fetiche é candidato a estatueta. O Óscar Alhinho.
Ainda no domínio do politicamente correcto, não se pode esquecer o boicote ao candidato a apresentador Kevin Hart, que fez enorme mossa.
Sorte dele não ter feito a moça.
O castigo seria maior.
Bem lembrado: os escândalos (e ambiguidades) em torno de Weinstein e Epstein (entre outros) também deixaram marca profunda.
Não devíamos estar a discutir as apostas para o Festival da Eurovisão?…
Nem sei o que isso é.
Não tardará, se calhar já existe e eu não sei, uma versão da Branca de Neve com uma atriz negra.
Uma branca de neve com uma atriz negra não sei, mas sei que há uma tentativa séria de reescrever esta história, e a bem dizer quase todas, de maneira a ficar expurgada de tudo o que não seja politicamente correto – aliás, presumo que para esse movimento a palavra anões deve ser absolutamente proibida.
Durante decénios, actores brancos em países como os EUA entravam em cena pintados de negro. E durante séculos homens subiam ao palco vestidos de mulheres. Isso não tem novidade de espécie alguma.
Novidade aconteceu há uns anos em Portugal com um filme chamado “Branca de Neve” em que quase só se via o ecrã preto.
Desde que não seja beijada sem consentimento, concordo
Por falar em “consentimento”… _rNw
https://www.youtube.com/watch?v=tkJZHa7
AHAHAHAHAHA
Que boca deliciosa

Subscrevo completamente!
Eles querem fazer daquilo uma festarola em circuito cada vez mais fechado. Estão a conseguir.
Eu nunca fui fã dos Óscares. Nem me lembro de alguma vez ter visto toda a cerimónia.
Mas costumava ver nas salas de cinema os filmes mais premiados.
No entanto, os últimos filmes que vi não me conseguiram cativar realmente. Ou surpreender. Como fizeram o “Grand Torino”, o “Captain Fantastic” ou o “Only lovers left Alive”, para citar alguns exemplos.
Na realidade, as poucas séries que tenho visto (“Game of Thrones”, “The Crown”, “Stranger Things”) têm-me surpreendido pela positiva, sobretudo as primeiras temporadas.
O encerramento das salas-de-cinema-sem-pipocas marcou o fim de uma era, na qual se ia ao cinema ter uma experiência cinematográfica. As quotas e o politicamente correcto estão a matar a sétima arte nos EUA. E a inovação em efeitos-especial também não ajuda. Hollywood actualmente é só técnica. A substância perdeu-se algures…
Cinema americano, RIP. _rNw
Agora as fitas em voga são estas:
https://www.youtube.com/watch?v=tkJZHa7
Bollywood !
Também dá Óscares.
E chamuças.
Há várias razões para a queda abrupta de audiência. O facto de muito poucas pessoas estarem a ir ao cinema e de não haver cartazes muito apelativos, com muito jovenzinho deconhecido à mistura (se bem que os óscares principais até tivessem ido para repetentes) levou a esse desinteresse. E claro, essa demanda pela “pureza” e “diversidade” que tira o interessa a qualquer fita ou cerimónia. ai-ser-criterio-essencial-para-o-oscar-d e-melhor-filme-12705567.html
O pior é que a coisa tende a agravar-se, segundo notícias de há uns meses: https://www.dn.pt/cultura/diversidade-v
Sim, vai-se agravar. Até atingirem o objectivo supremo: não terem espectadores.
por um lado, serao mesmo os sinais dos tempos : com cada um de nós transformados em micro realizadores, ninguem conseguira tempo para ver filmes com historias mais compridas.
A novidade, no post, é a denuncia da pregaçao naquela industria.
Do mal o menos, bem basta a missa dominical.
as audiencias, o filme com o carlos costa em exibiçao na Assembleia tambem tem cada vez menos espectadores.
Carlos Costa? Não conheço.
Vendo bem foi sempre tudo muito mau. Acho que a última vez que vi os óscares estava o Jack Palance já meio caquético a fazer flexões com um braço no palco.
Já nem me lembrava que essa palhaçada toda existia.
Palance estava em grande forma quando fez aquelas flexões.
Depois dele mais ninguém conseguiu o mesmo.
É verdade, desde o desaparecimento de Óscar Acúrsio.
Óscar Acúrcio, co-intérprete daquela que é talvez a mais célebre cena de sempre do cinema português.
Não gosto de filmes!
Prefere fitas.
A queda de audiências tem de facto atingido duramente a maioria dos espectáculos de atribuição de prémios.
Veja-se, por exemplo, os Golden Globes, bem envolvidos em controvérsia, com Tom Cruise a devolver recentemente os prémios em protesto e a NBC a recusar a transmissão do próximo ano.
Ou então, os Césares, cuja última edição é comentada com esta bocarra em plena Wikipédia: “La cérémonie réalise l’une des pires audiences de son histoire, et essuie de nombreuses critiques quant à la vulgarité et l’impréparation des interventions, ainsi que sur le sentiment donné que seul le milieu du cinéma, porté par ses discours revendicatifs, souffrait de l’épidémie de Covid.”
Tom Cruise nunca ganhou um Óscar!
Tom, não. Prefiro o Jerry.
Os Césares ainda mudam de nome. Passam a chamar-se Neros. Ou Calígulas.
O cinema está em declínio porque além dos remakes com as quotas raciais, e tal como o teatro, as causas das esquerdas e a auto-censura tomaram conta dos argumentos, dos realizadores, dos estúdios. Basta ver que um filme feito em Inglaterra, por lei, tem de meter pretos e indianos mesmo que seja sobre a corte no tempo do Rei Alfredo, para se perceber o grau de fascismo de esquerda que está a tomar conta de tudo. Lembremos que o argumento dos Vikings teve de ser alterado para passar pelo Norte de África e o Rei Ragnar na 4ª temporada teve de ter uma concubina chinesa que lhe dava ópio para percerbermos a loucura que se apoderou desta gente. Na Netflix então é um horror.
Eu espero que vão todos à falência e 3/4 do lixo na Terra desapareça rapidamente. Volta Covid estás perdoado, junta-te ao Ébola e limpa este mundo da rataria já que o Ocidente capitulou à intifada.