Os nossos Bentos


fiodeprumo,

 

Não, não é de religião que falo, nem dos ungidos por ela. Tão pouco me refiro ao anterior Papa Bento XVI, ou aos “ventos” nortenhos, com a sua tão típica troca entre bês e vês.

Não, nada disso.  É de Vítor Bento e de Paulo Bento que me ocupo. Um a sair de um banco que deveria ser bom. O outro a sair de uma selecção que já foi boa. Ambos numa altura igualmente complicada para as áreas em que trabalhavam. Um percebe-se, o outro nem tanto.

Mas o que é que deu no país? Será que estamos sob a influência de uma corrente de “bento” gelado, vindo de uma qualquer depressão situada algures nos Açores, já que nem sequer o tempo que temos corresponde à estação em que nos encontramos?

Confesso que não terei ficado muito admirada com qualquer das saídas, porque, julgo – e é mera opinião pessoal -, nenhum dos Bentos se encontrava, no momento actual, adequado ao que se lhes estava e pedir.

7 comentários em “Os nossos Bentos”

  1. Cá para mim ou há água benta ou não há vento ou bento que lhe resista. Vou para os Açores par ver se me transformo em anticiclone.

    1. Quer dizer que precisamos de dois Franciscos urgentemente!
      🙂
      Antonieta

      p.s. Ora bolas, parece que um deles é Eduardo…

  2. “Quem vive no con(bento) é que sabe o que se passa lá dentro”
    “Quem foi ao bento perdeu o assento”
    “Com bento alimpam o trigo e os vícios com castigo”
    “Com bento de feição não há má navegação”
    “Lugar bentoso, lugar sem repouso”
    “O bento ajusta a palha e depois espalha”
    “Quando há bento é que se abenteja”
    “Quando há bento é que se limpa o cereal”
    “Quando há bento é que se molha a vela”
    “O que o bento traz, o bento leva”
    “Palavras e planos, o bento os leva”
    “O bento é obra do diabo”
    “Quem semeia bentos, colhe tempestades”

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