Não, não é de religião que falo, nem dos ungidos por ela. Tão pouco me refiro ao anterior Papa Bento XVI, ou aos “ventos” nortenhos, com a sua tão típica troca entre bês e vês.
Não, nada disso. É de Vítor Bento e de Paulo Bento que me ocupo. Um a sair de um banco que deveria ser bom. O outro a sair de uma selecção que já foi boa. Ambos numa altura igualmente complicada para as áreas em que trabalhavam. Um percebe-se, o outro nem tanto.
Mas o que é que deu no país? Será que estamos sob a influência de uma corrente de “bento” gelado, vindo de uma qualquer depressão situada algures nos Açores, já que nem sequer o tempo que temos corresponde à estação em que nos encontramos?
Confesso que não terei ficado muito admirada com qualquer das saídas, porque, julgo – e é mera opinião pessoal -, nenhum dos Bentos se encontrava, no momento actual, adequado ao que se lhes estava e pedir.



Estamos decididamente a precisar de Água Benta. 🙂
Bom fim de semana, D. Helena 🙂
Cá para mim ou há água benta ou não há vento ou bento que lhe resista. Vou para os Açores par ver se me transformo em anticiclone.
Seguiram afinal o exemplo de Bento XV!.
Quer dizer que precisamos de dois Franciscos urgentemente!
🙂
Antonieta
p.s. Ora bolas, parece que um deles é Eduardo…
Irmandade de s.bento da porta aberta.
“Quem vive no con(bento) é que sabe o que se passa lá dentro”
“Quem foi ao bento perdeu o assento”
“Com bento alimpam o trigo e os vícios com castigo”
“Com bento de feição não há má navegação”
“Lugar bentoso, lugar sem repouso”
“O bento ajusta a palha e depois espalha”
“Quando há bento é que se abenteja”
“Quando há bento é que se limpa o cereal”
“Quando há bento é que se molha a vela”
“O que o bento traz, o bento leva”
“Palavras e planos, o bento os leva”
“O bento é obra do diabo”
“Quem semeia bentos, colhe tempestades”
Ó Ssalgueiro balha-nos S. Bento. O do céu, claro!