Podia viver-se sem um Volkswagen? Podia, mas não era a mesma coisa. Vários foram os modelos do velho ‘Beetle‘ ou ‘Carocha‘ que fizeram parte da minha vida ao longo dos anos.
O primeiro foi um 1300L com tecto rectangular de abrir (em chapa da cor da carroçaria, que era cor de areia), que andou lá por casa entre um carro que tinha saído e outro que ainda estava para entrar. Na casa paterna, foi o único VW que pisou a garagem.
Mais tarde, por volta de 1970, tive eu um 1302 azul.
Depois de regressar de Macau e como segundo carro, tive um 1303S também com tecto rectangular de abrir (em chapa da cor do carro, que era branco).
Pelo meio, houve ainda um veterano de 1956, com óculo traseiro oval e setas laterais em vez de pisca-piscas. Perdi-o porque só andou na minha mão por afinidade…
Mais recentemente, não consegui alcançar a tempo um 1303 Karmann Cabriolet da última série alemã (1979), devidamente homologado pelo Clube Português de Automóveis Antigos (CPAA). Mas ainda não desisti de voltar a ter mais um Volkswagen clássico, original e reconhecido pelo CPAA, Cabrio ou não.









Toma lá um link em homenagem ao teu post. ealthy-obsessions-artwork-of-don-eddy.ht ml
http://robertmars.blogspot.pt/2011/11/h
Boa, Zé. Obrigado.
O BB-21-39 foi o primeiro carro do qual tenho memória. Óculo traseiro oval,inteiro e as inconfundíveis setas laterias dos piscas.Antes houve outro, de óculo dividido. E antes, o primeiro de todos, o belíssimo Fiat 500 Topolino…que substituiu a moto Matchless 350…ah que tempos…
Uma nostalgia sem limites, Fernando.
E a festa total que era ira de pé- sim, de pé!- na “mala”, atrás dos bancos traseiros? Um número só para sub-10, claro, e mesmo assim só em dias especiais, quando os pais ou mães contemporizavam 🙂 Saudades.
Esse espaço parecia feito mais para a garotada do que para bagagem.