Durante quase três meses, fomos aqui revelando as leituras que íamos fazendo, partilhando-as com os leitores. Chegou o momento do balanço desta série, desenrolada em 24 etapas.
A Ivone Costa, a 3 de Novembro, relia A Mecânica da Ficção, de James Wood.
O JAA, a 7 de Novembro, falou-nos de um dos três livros que então lia: Uma Mentira Mil Vezes Repetida, de Manuel Jorge Marmelo.
O José Maria Pimentel, a 14 de Novembro, deixou-nos nota da obra que ia lendo: China: its History and Culture, de W. Scott Morton e Charlton Lewis.
O João Campos, a 15 de Novembro, fazia uma incursão pela banda desenhada: As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy II – Apocalipse. De Filipe Melo (argumento) e Juan Cavia (ilustrações).
O João Carvalho, a 18 de Novembro, optava por “alcoviteirices”: Amantes dos Reis de Portugal, de Paula Lourenço, Ana Cristina Pereira e Joana Troni.
A Laura Ramos, a 22 de Novembro, citava Leo Ferré à laia de introdução do seu texto sobre o livro A Confraria do Vinho, de John Fante.
A Leonor Barros, a 28 de Novembro, trouxe-nos literatura em alemão: Meine Russischen Nachbarn, de Wladimir Kaminer.
O Luís M. Jorge, a 30 de Novembro, lamentava a perda do livro que estava a ler: The Sense of an Ending, de Julian Barnes.
O Luís Menezes Leitão, a 2 de Dezembro, assumia-se como apreciador de biografias ao escrever sobre Estaline, de Jean-Jacques Marie.
A Patrícia Reis, a 2 de Dezembro, escreveu sobre Dois Rios, de Salem Tatiana Levy, e a biografia de Lúcio Feteira, de Miguel Carvalho.
A 6 de Dezembro, foi a minha vez: deixei a minha opinião sobre uma obra muito interessante: A Liderança Segundo John Kennedy, de John Barnes.
O Rui Rocha, a 7 de Dezembro, desvendava-nos o livro que andava a reler: A Criação do Mundo, de Miguel Torga.
A Teresa Ribeiro, a 12 de Dezembro, trazia-nos aqui a sua perspectiva sobre Os Nus e os Mortos, de Norman Mailer.
O Adolfo Mesquita Nunes, a 19 de Dezembro, confessou-nos a sua nada surpreendente predilecção por The Iron Lady, biografia de Margaret Thatcher escrita por John Campbell.
A Ana Cláudia Vicente, a 23 de Dezembro, interrompia Vitorino Nemésio para ler Luiz Pacheco.
A Ana Lima, a 26 de Dezembro, narrava-nos a sua opinião sobre O Retorno, de Dulce Maria Cardoso.
A Ana Margarida Craveiro, a 27 de Dezembro, andava a braços com “um tijolo de 800 páginas”: The Better Angels of our Nature, de Steven Pinker.
A Ana Sofia Couto, a 30 de Dezembro, falou-nos de Mais Platão, Menos Prozac!, de Lou Marinoff.
A Ana Vidal, a 2 de Janeiro, trouxe-nos notícias d’ O Túnel, de Ernesto Sabato.
O António Manuel Venda, a 3 de Janeiro, relia o Breviário das Más Inclinações, de José Riço Direitinho.
A Cláudia Köver, a 13 de Janeiro, transmitiu-nos as suas impressões sobre Comboio Nocturno para Lisboa, de Pascal Mercier.
O Fernando Sousa, a 20 de Janeiro, apresentou-nos os Contos Reunidos, de Felisberto Hernández.
A Helena Sacadura Cabral, a 21 de Janeiro, lia Longe é um Bom Lugar, de Mário Zambujal.
E a série terminou a 26 de Janeiro com o José Navarro de Andrade. Leitor d’ Os Espiões, de Luís Fernando Veríssimo.


Terminou, Pedro? Eu pensava que iria continuar.
Não tarda iniciamos novo ciclo, Leonor. Espero que desta vez alargado aos nossos amigos Zé Gomes André e Zé Bandeira.
Também pensava que ia continuar. Voltei do Alentejo hoje a pensar no meu próximo texto. Mas nada se perde, ele logo sairá aqui entretanto 🙂
João, vamos esperar mais um pouco para lançar a segunda série destas ‘leituras’.
Também acho que deve continuar!
Não demora muito, Teresa. Entretanto decidi fazer este balanço da série (embora dê muito trabalho!) para os leitores que não puderam acompanhá-la, no todo ou em parte. Uma espécie de pausa para respirar.
Ena, que literatos que nós somos! E que trabalheira a tua, Pedro.
Foi uma bela ideia, temos de continuar (mas desta vez pela letra A 🙂 Ou isso ou aquela outra coisa da ficção em cadeia autoral.
Havemos de falar nisso no próximo almoço (ou próximo jantar).
No Porto?
Sim, no Porto. É só marcares. Talvez dois dos nossos parceiros que nunca se dignaram aparecer deixem finalmente de invocar o argumento da distância geográfica.