Escrevem notícias e depois comentam-nas nos seus blogues, nas redes sociais e até nas televisões. Se o assunto não morreu ali, prosseguem com a isenta investigação jornalística, aproveitando para reforçar com factos as suas doutas opiniões. É o chamado jornanalismo, também conhecido por jornalismo de rabo na boca.
Os jornanalistas
Teresa Ribeiro,


A imagem é repugnante e nisso se aproxima da realidade.
Pusessem os jornalistas sob o escrutínio de carácter a que, em cada momento, submetem pelo menos um ministro , e veríamos mui tristes histórias.
Excelente expressão!
Blasfémias? Jugular?
Delicioso este teu post. E tão verdadeiro!
Estamos infestados destes jornalistazinhos (ou jaquinzinhos?) de rabo na boca, tens razão. Sabem tudo, podem tudo, e ninguém os chama à pedra. Infelizmente têm matéria com fartura para os seus brilharetes.
O problema é mesmo esse!
Ninguém os põe sob escrutínio.
Têm um poder nunca sufragado pelo voto.
Arvoram-se em defensores das liberdades, quando asfixiam as liberdades daqueles que eles elegeram como alvo a abater.
Sob a capa da defesa do interesse público, que a maior parte das vezes ninguém lhes outorgou, escondem os interesses daqueles que lhes pagam para isso mesmo.
A troco de uma pseudo isenção, não deixam transparecer a falta da mesma, quantas vezes sob encomenda.
Uma chatice que se metam com os seus ministros, não é?
Excelente post. Esses do jornalismo de rabo-na-boca, normalmente não são mais do que “his master’s voice”.
Estão a falar do Avante? Ou será do Militante? Ah, essa gente como só diz verdades e opiniões sérias e correctas então nunca na vida deve ser criticada. Só se deve criticar se as opiniões não afinarem pela ortodoxia. Não é verdade?