Os espanhóis têm um saboroso ditado que se aplica tantas vezes à vida política portuguesa: “A perro flaco todo son pulgas.” É isso mesmo: quanto mais frouxo é o cão, mais são as pulgas que o incomodam – e acabam por ditar a lei.
Ele bem se coça, mas elas não o largam. É uma evidência zoológica. Mas é sobretudo uma evidência política. Os factos estão à vista: só não repara neles quem não quer.

A nossa nação esta penhorada. E agora?
Quem com cães se deita, com pulgas acorda.
Isso de ver pulguíticos como cães de fila parece-me mauzinho… mas pior era serem de bicha.
É de ficar com a pulga atrás da orelha.
Há muitos governantes portugueses que não estão no pulgatório.?…
(À espera que o inferno de Portugal, tenha verba para acender as fornalhas)
Já há para aí um relógio!
Há muitas maneiras de matar pulgas.
Meu caro Pedro,
Hoje em dia coça-se de muitas maneiras, e também se encontram maneiras para que a coceira não termine. Permita agora anexar um link que presumo seja também pertinente reflectir:
http://joaomigueltavares.blogs.sapo.pt/1 5159.html
Onde há cães, há pulgas.