Os novos atentados em Paris deixam em evidência o erro grosseiro que foi cometido pela generalidade das análises produzidas a propósito do ataque ao Charlie Hebdo. O acto terrorista foi discutido, nessa oportunidade, na óptica da retaliação à provocação dos cartoonistas. Ora, sendo esse o ponto de partida, a discussão estava inquinada desde o início, ainda que se defendesse então que nenhuma provocação justifica uma carnificina como a que ocorreu (e é certo que nem todos assumiram, sequer, essa posição e que alguns encontraram argumentos para responsabilizar as vítimas). A verdade é que o terrorismo, como agora voltamos a constatar, não tem justificação, apenas procura pretextos. Hoje, a pergunta que deve fazer-se perante uma nova carnificina, e que deixa claro o logro argumentativo em que então quase todos incorrreram, é a seguinte: qual a provocação que estas vítimas fizeram aos autores, sejam eles quem forem, dos atentados? Pois é. É por isso que a única posição possível perante este tipo de situações é uma condenação radical, incondicional e absoluta, sem necessidade de quaisquer outras considerações ou argumentos.
Os atentados em Paris e a falência definitiva do argumento da provocação
Rui Rocha,

Melhor ainda, é a Europa e não só, unirem-se e tomarem posições em relação à venda de armas e compra de petróleo a loucos, enquanto isso não for feito é pura perda de tempo, tudo o que se faça fazer.
Venda de armas?!
Tudo aquilo que os terroristas usaram fabrica-se numa serralharia moderadamente equipada e mais alguns produtos químicos e electrónicos para as bombas, ou julga que fabricar uma espingarda automática é algo complexo?
É continuar a recebê-los, continuar a criticar quem põe tropas no chão e continuar a armar e financiar milicias “moderadas”…
Semearam ventos agora colhem (os) tempestades…
“Uma condenação radical, incondicional e absoluta”.
Não a haverá, nem por parte do PCP, nem do BE.
E bastará isso para entender porque é que eles não podem chegar ao poder.
Terão vindo de avião?
Se calhar. Só podem ter vindo de avião porque de comboio só entram vítimas a fugir dos que só vêm de avião.
E os bilhetes de avião não são financiados pelos dinheiros dos comboios e barcos?
Rui Rocha,
Os odiosos atentados terroristas desta noite não estão relacionados com qualquer tipo de pretexto, mas sim com uma guerra. A guerra que a França está a travar na Síria. Um amigo meu de Paris revelou-me que várias testemunhas ouviram os terroristas a gritarem palavras como «isto é por causa da Síria».
A França já conheceu este tipo de terrorismo, durante a guerra da Argélia. A condenação radical dos atentados não resolve coisa nenhuma. Ela é natural, claro, mas não irá mudar nada. Isto é a consequência da guerra na Síria. Como a crise dos refugiados ou como o atentado ao avião russo.
Por isso mesmo ou tomam medidas em relação à venda de armas e à compra de petróleo a estados de psicopatas ou isto não vai parar, assim como não vai parar o êxodo dos refugiados. Ponham os olhos aqui e vejam o pânico e depois imaginem-se na pele dos refugiados. A Europa ou age rápido ou aquilo que mais tememos está mais próximo do que imaginamos.
Totalmente de acordo.
A solução passa por mudar radicalmente de política em relação a Estados de psicopatas, como os chama e bem. Deixar de lhes comprar petróleo, deixar de lhes vender armas. A Síria está praticamente na Europa, basta ver um mapa. Tem que se por um fim urgentemente àquela guerra, o que passa por desarmar os psicopatas fanáticos do ISIS, e por na ordem os que os fornecem em armas e em dinheiro.
Nem conseguem distinguir o que é um pretexto de uma causa ideológica.
Não não é por causa da Síria.
Os Portugueses estão a bombardear Angola por terem perdido território que foi nosso durante 500 anos?
Os Judeus estão a bombardear a Alemanha pela vingança da morte de milhões?
Há milhões de pretextos para estar em Guerra.
Sempre. Infinitamente.
Parece é que só os não Ocidentais têm a direito serem justificados nas suas guerras nos jornais e nos comentários e só se for contra o Ocidente.
Os americanos estão a combater no Afeganistão porque morava lá um terrorista.
Invadiram o Iraque porque diziam existir lá armas, que afinal não estavam lá.
Os israelitas combatem os árabes porque está escrito na Bíblia que aquele território é deles. Apesar de a maioria dos que se fixaram lá desde 1945 terem nascido na Europa.
Quando se quer fazer guerra há sempre pretextos e no assunto não há santos.
As armas estavam lá, não eram novas ao contrário do que os serviços secretos diziam. Vá ler sobre os soldados americanos contaminados com sarin por exemplo, ou sobre o urânio enviado para o Canadá para ser processado.
Foram os Árabes que atacaram Israel. E perderam.
Perderam e continuaram a dizer que queriam destruir Israel. Porque tiveram o apoio da Extrema Esquerda Europeia
É o mesmo que a Alemanha ser derrotada e continuara dizer que quer conquistar a França. Obviamente o Franceses nunca sairiam de lá.
Aliás você estaria-se nas tintas para os Árabes caso não existisse Israel transformado em ícone do Ocidente para ser derrubado pelo Marxismo.
Caso não existisse Israel não existiram Palestinianos. Poderiam ter sido conquistados pelos Sírios, Egípcios e Jordanos e para si seriam como os Druzos, os Assírios e muitos outros povos do Médio Oriente.
Ou seja não registava nada.
Quando o chefe do massacre de Sabra e Chatila(retaliação pelo massacre Palestiniano em Damour) foi colocado pelo regime Socialista Sírio como ministros dos refugiados Palestinanos no Libano não se ouviu um uí da Esquerda Jornalista.
Aí não foi uma afronta, uma ofensa capital a justificar milhares de atentados terroristas.
Pretextos para retaliações não faltam. O ISIS está dentro da Europa, ao contrário do que se faz crer. As intervenções militares na Síria são feitas também por Franceses; como é óbvio, não se iam ficar por um único avião russo.
Ah, mas está-se a abrir as portas a milhares de islâmicos que por artes mágicas de um estatuto inventado -“refugiados” se transformaram em carneirinhos.
Tenha paciência, mas os terroristas não vêm infiltrados esses já estão nos sítios. Há que pensar como se age com os refugiados, parar com a venda de armas a a loucos e parar com a compra de petróleo a estados de psicopatas.
ò inteligência- já cá estão porque as políticas de porta-aberta e multiculturalismo são muito antigas.
Mas andar a bombardeá-los lá, ao mesmo tempo que se deixa entrar aos milhares e sem sequer precisarem de identificação é o quê?
È combater o islão-milenarista e terorista- ou é fazer a cama em que a Europa se vai deitar?
Ou v.s são tão bestas que acham que isto é um caso e acabou? Também não previam este, pois não? desde a invenção da Al-Qaeda pelos americanos que tinha deixado de haver terroristas dentro do Ocidente.
Era tudo lá longe. E é sempre preciso ajudar lá longe aos bocadinhos enquanto se mete cá dentro aos milhares. Como é que os distinguem?
Como é que se distingue um islâmico terrorista do que não é se ninguém precisa sequer de passaporte e entram aos milhares sem controle?
Mas quem diz isto é logo apelidado de racista e nazi. Quem depois mata à bomba nunca é racista. é sempre vítima. Se for preciso a culpa até é da “ganância capitalista” que a comunada já repete em meme do Papa Francisco.
O sumidade pense em tudo. Ou há união, conversações, diálogo sério? É urgente um estudo sério, sobre o assunto, de maneira a começar a travar isto, ou podemos preparar-nos para um acelerar do terrorismo e da revolta dos povos…
Recordando o slogan do BE: “Toda a gente em toda a parte; as fronteiras matam”.
Por causa de coisas, o Sr. Hollande encerrou fronteiras. E pronto, agora com uns telegramas, a Europa fica sossegada. Os valores europeus, blá blá e prontos
É correr com eles todos daqui fora. Mesmo os de Penela. Antes que se reproduzam e exijam uma mesquita no castelo. Maldito cancro.
Os que já cá estão foram recebidos porque fomos obrigados pela Madame MerkHollande se bem que a maçonaria do burgo não se mostrou muito incomodada, cheirou-lhes a guito, o Costa até disse que lhes ia arranjar trabalho e as dezenas de milhares que não os querem cá continuam silenciadas pela comunicação social que dorme com a maçonaria e vive das suas lutas de facção pelo poder (leia-se pote).
Quem defende o multiculturalismo e a globalização que se amanhe.
Já perguntaram ao novo membro do Delito de opinião, o comunista, o que pensa disto?
Qual foi a nossa culpa desta vez?
O que é preciso fazer-mos mais? Que querem mais para deixar-mos de ser culpados?
As mulheres a andar de burka e o encerramento da todas as igrejas cristãs. É isso?
Os Europeus vão acabar por perceber que a merda da ideologia comunista/socialista corrói esta Europa por dentro, que a destrói e tem nos deixados indefesos, sempre culpados por tudo e por nada, e cada vez menos livres, cada vez mais fracos, cada vez mais deprimidos.
Será preciso a Europa perceber isto e será só quando perceber isto que se tornará livre outra vez.
p.s. vejam o que disse Seixas da Costa na tvi24 para perceberem como este cancro Europeu é um cancro islâmico protegido por um cancro marxista/socialista
Ora bem. Pelos vistos não sou só eu a ver a correlação entre os dois cancros.
Dele, em demonstração de perfeita coerência comunista, já recebemos a resposta cristalina e que tudo esclarece (mesmo que apresentada sob a forma de suave questão), como é próprio da superioridade moral e intelectual da seita: a culpa é da NATO. Acabe-se então com a NATO.
Simples.
Costa
O autor não percebe nada do assunto. Ou parece não perceber.
Tanto não percebe que acabou de aceitar um novo membro no Blog que está do lado do inimigo.
Isto que vemos hoje foi construído pela Esquerda Marxista e por uma profissão dominada por ela ao longo de décadas: Jornalismo.
O ódio à Civilização Ocidental pelo Marxismo é o de que falamos.
E claro quem avisou durante décadas para o perigo é/foi chamado de xenófobo, racista, fascista pela profissão mais desonesta.
A profissão que colocou a Política como nova Religião Totalitária no Ocidente.
O autor por exemplo perguntou a quando do ataque ao Charlie Hebdo porque é que os cartoonistas não estavam armados para se defenderem?
Claro que não, as xenofobias dos bem pensantes fecham de tal modo a cultura que não permitem fazer essa pergunta.
Tal como nenhum jornalista vai aos locais onde chegou a invasão imigrante perguntar às mulheres que já lá viviam , se deixaram de sair à noite, se passaram a vestir-se de maneira diferente. Nesse caso as mulheres já não interessam.
Não são jornalistas sem curiosidade, são jornalistas com uma cultura xenófoba.
À sua própria Civilização. O Marxismo.
E para quando se proíbe os sinos das igrejas de Penela de tocarem, pois é uma falta de respeito para quem recebemos.
António Costa já enviou uma mensagem a Hollande a assegurá-lo de que apesar de os Franceses estarem distraídos não vai tentar derrubar ninguém no Eliseu.
Os refugiados é disto que fogem.
Vamos recusar receber centenas de milhares de pessoas que fogem destes lunáticos porque no meio deles se podem esconder meia dúzia de maçãs podres capazes de matar 100 dos “nossos”?
Somos melhores que eles, é nossa obrigação demonstrá-lo. É nossa obrigação recebê-los, de acordo com as nossas regras. Registá-los e dar-lhes documentos que lhes conferem direitos mas também deveres. E tentar apanhar e punir as maçãs podres, como tentamos apanhar as nossas. Algumas vão escapar: esse é o preço duma sociedade aberta como a nossa.
Eles não se aculturam. Eles não querem saber das nossas regras. Quando forem mais numerosos, impõem as deles e enfiam-te uma bala na cabeça. Vão usar a tua própria fraqueza para te destruir.
O Islão não começou com Bush, nem com o Iraque nem com a culpa do homem branco inventada pelos comunistas e perpetuada em “significados” e numa determinada retórica pelos jornalistas (como bem exemplificou a alcoólica da RTP3, há bocado — saberá ela que seria das primeiras a marchar caso o Islão triunfe?). O Islão é uma ideologia política que se impõe culturalmente com violência desque que começou há 1600 anos dizimando todas as culturas e etnias por onde passa, desde o Egipto aos planaltos iranianos, à Índia e ao sudeste asiático. Não vai parar nunca, não se acultura, não se domestica nem se democratiza. Pergunta aos Hindus. Tudo no teu discuro escorre paternalismo e o esquerdismo-caviar — além de uma pouco discreta ideia de superioridade cultural que pensa que pode dominar e controlar outra. “somos melhores que eles, é nossa obrigação demonstrá-lo. Estou a fazer figas para que possas continuar assim: sempre ingénuo e feliz.
Fantasia pegada.
Quem foge são maioritariamente homens em idade de combater.
De cultura violenta, em que a mulher é subalterna ao homem e racista.
Quere-os cá? depois não se admire quando os seus filhos vieram da escola com ideias bem diferentes das “nossas regras”.
Quando as escolas se assemelharam cada vez mais a uma prisão dividida em arianos, blacks, latinos – troque os grupos pelos aplicáveis- também não se admire.
A sua, nossa geração passa rápido, não é eterna.
Muito sinceramente, só me pergunto se ninguém vê que isto é apenas o começo? Continuem a abrir as fronteiras e a oferecer-lhes o vosso amor. Malditos sejam, aqueles que apoiam a vinda dessa gentinha, os que apoiam os pretos que já cá estão e que são “Tugas”.
Isto é só o começo. E somos nós que vamos sofrer.
Falar é muito bonito. Condenar veementemente ainda mais.
Para a semana já passou e há coisas mais importantes como governos e não-governos e outras palhaçadas para nos desviarem a atenção.
Enquanto isso, a loucura prolifera imparável. E fortalece-se. E manifesta-se. E destrói. E mata.
E mandam lá meia dúzia de drones e rebentam com meia dúzia de tipos.
Mas cortar o mal pela raiz, ninguém se atreve, há muitos interesses em jogo.
As moscas vão convidando as aranhas para sua casa e, quando dizimadas, espantam-se ter sido o banquete.
Há alguns anos, um general da NATO à conversa comigo e outros participantes num convívio numa base aérea na Alemanha, por altura da chamada Guerra dos Balcãs” respondeu deste modo frio e desumano ao nosso desagrado perante bombardeamentos a populações civis, as chamadas baixas colaterais durante qualquer conflito :” Hoje comovem-se com olhos tristes ou crianças pequenas a chorar. Eu sou pai e também não me é indiferente. Talvez o meu trabalho me leve a pensar num futuro, em que olhos tristes e com lágrimas se transformam em olhos raiados de sangue e raiva com uma arma na mão, que não hesitarão em matar-me e a todos os meus familiares, amigos, conhecidos… mesmo que lhes tenhamos poupado a vida e dado guarida.”
Sábias palavras.
Esperei um tempo para comentar porque, na verdade, só fiquei surpreendida por não ter ficado surpreendida…
Aliás, também não ficarei admirada que aconteçam mais situações idênticas (ou apenas estranhas), que possam aumentar o medo ou situações de confronto entre europeus e refugiados com o, respetivo, aumento das medidas de segurança… que serão, pacificamente, aceites mesmo que, possam diminuir as nossas liberdades civis… no espaço Schengen e, até dentro dos próprios países…
Depois disto, quem sabe se, (nos próximos 6 meses) não virá, por aí, um colapso financeiro a nível global que, comparado com aquela “bolha” de 2008 (um mero espirro), há quem diga que estão várias, prestes a rebentar… só espero que tudo isto, não esteja a ser uma horrenda “cortina de fumo”… porque, um ataque desta envergadura, numa sexta, simultaneamente em vários locais, antes do G20… parece, demasiada, programação, para quem funciona em células…
A ver vamos e, para mim, há demasiados pormenores que, por muito que expliquem, em diferentes países e idiomas, quanto mais explicam, mais dúvidas eu tenho.
… Apenas um desabafo… de quem não sofre de medo ou raiva mas que, em situações deste género, só me faz questionar tudo, vezes sem conta… até aos mínimos detalhes…