
Uma carreira nas forças da ordem, nas forças armadas, como segurança, ter-me-á passado ao lado?
Para estas profissões com componente física tive sempre mais queda do que jeito, por isso nunca acalentei a ideia de poder aspirar a ser um John MacClane, ou quem sabe um John Matrix ou até mesmo um Larry Daley.
Por isso, e também porque no meu singelo parecer a máxima de Plautus, apesar de muito acertada, não pode ser dogma, fora do âmbito que a minha profissão e o meu cargo requerem, não é de todo pacífico nem coadunante com a minha maneira de ser e de estar, exercer funções de polícia do povo.
É certo que cumprir e fazer cumprir a lei faz parte da ética de todo o indíviduo que se rege pelas regras democráticas de um estado de direito, mas no pó dos dias desta emergência calamitosa poderá mesmo valer tudo?
Arremessados de encontro à mole ululante, munidos de um telemóvel com uma aplicação do governo português, com um quase inaudível “thou shall not pass”, lá vamos nós quase que em slow motion salvar o mundo.
Seria bastante giro até, se não fosse o ridículo disto tudo.
Mais um.

John MacClane, John Matrix ??
Mariquices!!
A Maria Dulce tem que se inspirar é no Bud Spencer ou no Chuck Norris!!
Sou mais do estilo Trinitá…
A pandemia introduziu um novo conceito de democracia em Portugal.
A nossa democracia é uma democracia medicinal.
O nosso povo é livre de fazer o que a direcção geral de saúde mandar.
Será que também será preciso mostrar um certificado covid ou fazer um teste quando formos votar em Setembro?
E porque não aproveitar os restaurantes para administrar as vacinas, assim quem não tivesse o certificado levava a vacina enquanto esperava pela sobremesa.
Vacinas no Menu pode ser im conceito a adoptar. Sempre é melhor do que por meio mundo a policiar o outro meio.
O que é mais grave não é a bufaria, que infelizmente foi uma coisa que a pandemia veio evidenciar.
O que é mais grave, e que para mim é um crime, é a vacinação das crianças. Vão vacinar as crianças, não para as proteger mas para proteger os adultos. Ou seja, para proteger o passado estamos a prejudicar o futuro.
Estamos a entrar de mansinho, a coberto de uma crise sanitária, em regras cada vez mais ridículas e próprias de regimes ditatoriais. Felizmente as eleições são já em Setembro.
Aqui discordo. Independentemente do motivo, sou pró vacinação de todos. A vacinação tem sido a última barreira defensiva da humanidade.
Já pensou que pode até nem ser ético vacinar as crianças só para proteger os adultos?
Temos de agir com a cabeça fria e não debaixo de um estado de pânico ampliado pela comunicação social.
Isso de ser só para proteger adultos pode até nem ser bem assim. Desenvolver anticorpos resistentes a estirpes e mutações é uma garantia de sobrevivência num advir mais hostil . E isto tem que ter seguramente como base um estudo (ou muitos, que sabe, que isso de estudos são reproduzidos quase como ratos).
É precisamente por haver muitos estudos é que somos levados a agir à pressa e sem pesar as consequências. Veja o que está a acontecer às crianças só devido aos confinamentos.
Nem pensar. Vacinas não testadas, só loucos administram estas vacina em crianças e jovens.
“A vacinação tem sido a última barreira defensiva da humanidade.”
O que é que tem uma coisa que ver com outra?
Tudo. Tem tudo a ver.
Não tem. Uma vacina não se torna por definição algo bom por mera existência.
Vá por exemplo ler sobre os problemas que a vacina da poliomielite causa em África, com muito casos criado pela própria vacina e depois diga-me que a vacina são todas tão iguais que mereçam a cobertura da expressão
“A vacinação tem sido a última barreira defensiva da humanidade.”
A vacinação tem sido a última barreira defensiva da humanidade. É um facto !
Como tudo o mais nesta vida, as vacinas não são 100% eficazes.
Se tivesse um filho com meningite e a vacina lhe tivesse ajudado a salvar a vida, talvez pensasse duas vezes.
Eu penso como quero. O Luck pensa como quer. Eu sou pró vacinação. Ponto.
Aqui discordo, Carlos. Independentemente do motivo, sou pró vacinaçã e para todos sem excepção.
A vacinação é a derradeira barreira protectora da humanidade.
Claro que todos devem ser vacinado!
Na chamada gripe espanhola morreram muitos jovens.
Vamos agora supor que aparece uma mutação com maior possibilidade de afectar os jovens.
Li uma noticia de cientistas Australianos que dizem que o vírus tem uma capacidade extraordinária de se adaptar as células humanas defendendo que tudo isto é de laboratório.
Eu concordo. Mas existe o livre arbítrio para isso mesmo, para decidir se se toma ou não, se se faz parte do problema ou da solução, independentemente do ponto de vista.
Eu não digo que a vacinação não seja a derradeira barreira protectora da humanidade.
Eu só me refiro a esta vacina e à pressão que estão a fazer.
A vacina é tão segura que têm que ameaçar para a tomar e o vírus é tão letal que temos de fazer um teste para saber se o temos.
Há muita coisa que nos estão a esconder eu não acredito que seja só por incompetência.
Depois do zig zag das medidas, não consigo acreditar que seja apenas por motivos de saúde pública. Tem qualquer coisa por trás, de certeza.
Issi é apenas “esperança”. Não acredito que mude…!
Eu também não acredito. Vão mudando as moscas, mas no fundo ainda não se viram grandes ou relevantes transformações .
Todas as vacinas estão a ser usadas sob a EUL (Emergency Use Listing) da OMS.
Nenhuma completou todos os passos para ser aprovada nem isso está para amanhã.
Quando isso estiver feito logo vemos onde estamos porque agora não sabemos onde estamos.
Cá na família estamos todos acima dos 45 já vacinados e felizmente os 3 netos têm mais de 18 anos e decidem sózinhos.
Ninguém aqui é contra as vacinas mas também ninguém gostaria de assinar um papel a assumir a responsabilidade de que vacinassem crianças nesta altura de incerteza em relação a sequelas das próprias vacinas nos mais jovens.
Eu já passei por esse assumir de responsabilidade como pai há muitos anos e noutras circunstâncias em relação a uma situação médica duvidosa de um filho e garanto que não é fácil viver com isso.
Não gosto de pôr links mas parece-me que estas “perguntas e respostas” ajudam a enquadrar melhor onde estamos (e estamos bem longe de qualquer certeza, é só ír estudar pois a OMS faculta toda a informação aos que a querem ter – repito o “aos que a querem ter”…).
https://extranet.who.int/pqweb/sites/def ault/files/documents/QA_EUL_Covid-19_Jul y2020.pdf
Também não sou a favor de vacinar as crianças à pressa.
Nem crianças nem ninguém.
O covid é uma grande incógnita, a verdade é que o mundo cientifico também anda aos papéis meio perdido em dúvidas. Com vacina ou sem vacina. O covid vai andar por aí a fazer mossa.