Os acordos não incluem temas em que os partidos assumiram diferenças insuperáveis


Rui Rocha,

Por exemplo, para além da NATO e do Tratado Orçamental, o tema Bloco de Esquerda não faz parte do acordo com o PCP. Da mesma maneira, o tema PCP não faz parte do acordo com o Bloco de Esquerda.

0 comentários em “Os acordos não incluem temas em que os partidos assumiram diferenças insuperáveis”

  1. Presidente cumpra o seu dever. Em final de mandato não pode permitir que princípios elementares de seriedade e prática democrática sejam tão descaradamente subvertidos. Com a agravante de esta trampolinice ser conduzida por uma figurinha menor que tudo é capaz de atropelar para se espreguiçar refastelado no alto da própria ambição.

  2. Será que políticos e fazedores de opinião são mesmo assim ou apenas querem manipular o pessoal?!
    É legítimo e até saudável que se lute pelas próprias ideias e se almeje concretizá-las através do exercício do poder político.
    Na atual conjuntura, parece-me claro que, no essencial, o que distingue as partes em disputa é uma questão de timing: uns querem continuar a sujeitar a classe média a uma austeridade severa, para fazer crescer a economia e, em consequência disso, num futuro mais ou menos próximo, devolver-lhe gradualmente os rendimentos perdidos; outros querem atingir o mesmo objetivo (fazer crescer a economia), por outros meios, devolvendo-lhe já ou a breve prazo os referidos rendimentos.
    Tudo o que por aí se diz para além disto é pura intoxicação mental.
    E, desgraçadamente, se atentarmos nas intervenções da AR, nos comentários dos media, nas ruas e nos cafés, está tudo em causa, menos aquela dicotomia devidamente enquadrada entre causas e consequências.
    De tal forma que, se a poluição mental fosse ambiental, morreríamos todos intoxicados.
    Como não é, morremos por dentro, quais títeres manipulados, macaqueando uma imensa tragicomédia.

  3. Isso era antigamente, estarem todas as partes reunidas para chegar a um acordo (sério). Este é especial… o Costa gosta mais de artesanato, levou para casa, bocadinhos de acordos e, depois, colou-os com UHU… Até parece que o estou a ver, em retrospetiva… sentadinho à mesa da cozinha, a tentar juntar os bocadinhos de tantas reuniões… e, repetindo, num tom sussurrante, hei de conseguir… hei de conseguir… chegar a 1º Ministro

    Já reparou que os portugueses rondam os 10 milhões, a abstenção foi de 43,07%, só votaram, mais ou menos, 5.690.000 portugueses, o que implica que, foi preciso juntar Quatro Partidos (mais houvesse) para apenas conseguirem a representação extra de 396.000 portugueses e aqui, comparando com os 10 milhões, apregoam que a maioria dos portugueses quer a mudança.

    1. Por acaso, só hoje, vi o seu comentário, sobre… eu ter falado de Chomsky… deixei lá a razão por ter falado nele.
      (No poste do Pedro Correia- o dos Beatles em 08/11/2015)

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *