Os 125 euros


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Raisparta o Professor Ventura, que desfeita me faz, ia eu já todo lampeiro buscar o meu Amber Leaf e a minha querida Queen Margot….

9 comentários em “Os 125 euros”

  1. A fala de André Ventura não se dirigia a si, jpt.
    jpt é um membro da elite, a qual tem todo o direito de se intoxicar com as drogas que quiser.
    Quem não tem tal direito são os pobres, os quais devem ser educados a trabalhar arduamente, a serem muito poupados, e a não se intoxicarem.

    1. balio, duas interessantes conclusões sobre o seu comentário – a consideração do papel pedagógico que um líder político deve ter (nem Cunhal, no seu retorcido papel de “condutor de massas”, assumia a função de forma tão dirigista junto dos seus militantes); e a sua confirmação do estado pauperizado da população portuguesa – pois até um tipo que afirma, repetidamente, que vai ao Lidl comprar Queen Margot (uísque a 6,99 euros a garrafa) é considerado de “elite”. Se isto é a tal “elite” como será a “classe média”?, já para não falar dos agora ditos “desfavorecidos”?

  2. Sabendo-se que perto de 80% do preço de um maço de cigarros reverte para o Estado, e que no caso de uma garrafa de whisky o valor anda pelos 60%, gastar a esmola do Costa neste tipo de produtos significa devolver-lhe o dinheiro quase todo…

    1. Ok, o melhor mesmo é colocá-los (aos 125 euros) no estrangeiro, para evitar a sua reversão à “mão invisível”, estatal no caso luso.

  3. Ou seja, é para meter os 125€ no banco sem lhes mexer, quando as taxas de juro estão a 0% e a inflação a 8%? É esse tipo de conselhos que o Ventura dá (ou dava, já não sei) às empresas que ajuda a fugir aos impostos?

  4. Pecou por não dizer o verdadeiro alvo onde irá ser gasto os 125, em raspadinhas. Abençoados quem acha estapafúrdia esta tirada, preferia não ver. Mais as apostas on-line.

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