ONU em Lisboa


Pedro Correia,

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11 comentários em “ONU em Lisboa”

  1. Bem lembrado
    Ontem na CNN TUGA a Anabela Neves, afirmava que o Papa não poupou nas palavras, tal como Guterres.
    Uma comparação típica jacobina, tentando comparar o incomparável.
    Mas pergunto, é porque não?
    Até gostava de ver um evento desta dimensão organizado pela ONU para os jovens sob um determinado tema.
    Era só para comparar o que o Papa e a Igreja, por um lado, e “santo Guterres” e ONU conseguiríam.
    Bom fim de semana Pedro Correia

    1. A ONU vai de recuo em recuo e de fracasso em fracasso. Como ainda agora se viu no Níger, em que o primeiro presidente eleito desde a declaração de independência foi derrubado pela tropa do famigerado grupo Wagner.
      Alguém que tem Vladimir Putin como “chefe” com direito a veto só pode balbuciar umas inanidades.contra as alterações climáticas e patati-patatá.
      Nada a ver com a verdadeira comunhão de alegria, juventude e fé que ontem congregou cerca de meio milhão de pessoas na capital do segundo país da UE com idade mediana mais elevada, onde existem 182 idosos por cada 100 jovens. Cifra impressionante.
      Pior ainda é ver tantos velhos não de corpo, mas de espírito. Excessivos.
      Ontem, não. Ainda bem. Remou-se contra a maré, no melhor sentido.
      Bom fim-de-semana, meu caro.

  2. Com tantos milhões gastos pelo o Estado Português é lamentável os peregrinos e os voluntários terem que pagar do seu bolso para este evento.

      1. Incrível que Pedro Correia até sabe o que anónimos dizem ou deixam de dizer (que saiba dentro do seu blog é uma coisa, mas fora dele já é bastante suspeito). Só não conseguiu foi prever a maioria absoluta do PS.

        1. Sei distinguir anónimos: muitos anos aqui, a experiência conta.
          A maioria do PS, que não previ nem deixei de prever, nada tem a ver com isto. Mas pode fazer propaganda do seu partido, sinta-se à vontade.

  3. Pois bem, espero que se divirtam. Eu segui as sugestões estivais do Pedro e andei a explorar praias dos Algarves. Cruzei alguns. Enfim, aquilo será uma espécie de inter-rail sem rails (escolhessem um país mais civilizado) e com bandeiras à cinta, lembrou-me também vagamente uma Festa do Avante em que as bandas fossem substituídas por santinhos e as ganzas pelo confessionário. Il faut de tout pour faire un monde. Continuo pelo Alentejo, os ânimos acabam sempre por se acalmar. Prefiro a via Mattoso e os retiros espirituais. Saravá!

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