0 comentários em “Onde se prova que nem todos os exemplares de trafulha ibérico desconfiam do sistema bancário”

  1. O que demonstra que em matéria de trafulhices financeiras não há fronteiras ideológicas nem cargos políticos que impeçam a irmandade entre estas almas: sejam ex-ministros, ex-primeiros-ministros, ex-presidentes do FMI, etc.
    Só é pena que comentem aqui no Delito tantas pessoas que conseguem desirmanar o que está irmanado.

  2. Se me recordo de tudo quanto aprendi, um mamífero é um animal muito dado a mamas. E como onde há mama está sempre um mamífero, não me admiro, portanto, com este cosmopolitismo que até vem como o número 13. Foi um número de azar.

    Uma vez que falamos em mama, gostaria de oferecer-lhe um vídeo com um personagem a alavancar, neste caso uma segunda velocidade, como gente grande.
    O mamífero que pretendeu surpreender e/ou impressionar faz lembrar o tosquiador que acabou por deixar sua própria lã.

    Sei que o que vou pedir é uma blasfémia. Mas, ainda assim, solicito que faça um esforço e repare bem, só e somente, como a segunda da “besta” é levada ao ponto certo de aceleração pela fonte da mama.

    Nota: A moça é bastante conhecida na modalidade e é uma excelentíssima condutora. O rapaz deve ter deixado um cheiro infernal no cockpit.

    https://www.youtube.com/watch?v=02lRDvcXFsg

    1. Cá está um dos desirmanadores.
      Eu não dizia que eles existem?
      E que estão sempre a fazer comparações estapafúrdias.
      Um trafulha da tribo ideológica desses desirmanadores é sempre lavado com o detergente da fábrica de de detergentes da outra tribo.
      E contrário também é verdadeiro.
      Triste sina em que vivemos: as nódoas não contam e não há nódoa que um «bom» detergente não lave.
      Assim é difícil vivermos num país com alguma decência.

  3. Este mamífero apesar de ter roubado até não poder mais, ainda confiam nele e mandaram-no para casa porque merece esperar pelo veredicto, nos seus belos aposentos. O nosso é tão perigoso que foram buscá-lo ao avião e de seguida prisão.

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