“Lá ao fim! Lá ao fim! Tá a ver? Aquela portinha? Era a adega! Aquilo é que era bom vinho!” – atirou a excitada moradora da casa ao lado. “E aí, à direita, nessas portinhas era onde guardavam os cereais, enxadas e coisas assim!” Mas o abandono secou as traves, os tectos começaram a ceder e as ervas foram tomando o adro onde gente humilde privou com gente grande – ninguém diria. “Mas entre, entre. Empurre o portão!…”


Estou a gostar desta série, Fernando. A coisa promete.
Podes crer. Como é a segunda de uma série de seis fotos, ainda estou na fase da paciência. Na quarta ficarei impaciente. E quando chegar à sexta só me restará a piedade. Um grande abraço.
Já não tenho mais unhas para roer, caneco!
Não te posso ajudar: eu já quase não as tenho. Mas isto também só dura mais cinco dias.
… onde gente humilde privou com gente grande.
Que maçada, enganei-me!
Mantem-se o suspense, portanto.
Terei de chamar Miss Marple e apelar ao seu profundo conhecimento da natureza humana?
Espero 6 episódios?
Grrrrrr….
macarvalho: a minha ideia é mostrar que a História que sabemos contenta-se em regra com as frontrarias, quase nunca vai às traseiras, e até agora consegui; terá portanto de esperar, muito provavelmente, mais três episódios – não seis
[Obrigado, meu bom João. Mas tu já sabias. Não valia. E além disso estragava o suspense. E ainda o que eu quero mostrar. Ahahahahahahahah! Abraço]
Nem a comentadora MACarvalho (que já conheces e está aqui ao lado) me perdoaria o lapso involuntário. Estou a perder qualidades, não há dúvida…
Abraços.