Parece que este negócio vai estacionar na frente do Parlamento. Há-de dar jeito ao deputado Ricardo Gonçalves e a outros esfomeados pelintras.
18 comentários em “Olh’á baguette fresquinha!”
Pode ser até que façam um desconto nos impostos ao vendedor. Quem sabe se não será um bom negócio, com os vencimentos dos deputados….dá sempre jeito. Os cachorros seriam sempre os mais baratos. Porque com os vencimentos dos digníssimos , não vão as roulottes ficar com algum pendurado……
Pode ser até que façam um desconto nos impostos ao vendedor. Quem sabe se não será um bom negócio, com os vencimentos dos deputados….dá sempre jeito. Os cachorros seriam sempre os mais baratos. Porque com os vencimentos dos digníssimos , não vão as roulottes ficar com algum pendurado……
Cá por mim em vez de vender, soltava era os ” cachorros ” todos para cima destes gajos.
E ainda os ensinava a procurar as canelas dos senhores deputados, com voracidade destruidora.
A ver se eles paravam era de ” brincar ” com a nossa vidinha.
Queres fiado? Toma!
É uma boa tradição republicana, Rui…
Sou muito apegado às boas tradições, João. E um grande defensor da língua portuguesa. Por exemplo, em vez de “baguette” eu dava-lhes era cacete.
Eheh…
– Olh’ó bom cacete! Ó freguês, vai um cacete fresquinho?
… o banquete de uns, sempre foi o jejum de outros…
Vale pela fotografia, bem bonita!
É uma bela fotografia, sim. Quando a encontrei, achei que iria servir para alguma coisa.
Lindo, João! 😀
Quando estás por perto, sim!
Não. Sempre!
:o)
Adorei, caro João Carvalho :))
Logo à noite ou amanhã farei link no Leituras Cruzadas.
Obrigado.
Um abraço 🙂
À sua vontade. Grato pelas suas palavras, Ana Paula.
(Há tempos que não tinha o gosto de vê-la por aqui.)
Pois é… com a crise, foi-se embora a roulotte das farturas.
Mas ficou a dos cachorros. Que vão sempre às ‘baguettes’.
está a ser organizado um banco alimentar parlamento. faz favor de mostrarem alguma solidariedade. eu já garanti algumas bolas de berlim
http://wwwmeditacaonapastelaria.blogspot.c om/2010/10/porque-cada-deputado-com-fome-e-u m.html
Eis um gesto bonito que me toca. Ou melhor: que me dá vontade de tocar no homem. Com força.