Vê lá se ficas melhor cozido:
«O ponto a que chegámos está a afectar a imagem do país, das empresas e a credibilidade do país cá fora. Portugal está a ser visto como um país de terceiro mundo. Como portuguesa, estou preocupada».
Para Estela Barbot, já não havia outra solução senão pedir ajuda externa e reconhece que Portugal vai estagnar ou ficar em recessão por «muito tempo», graças aos juros que teremos que pagar pelo resgate. «Mas isso é culpa do Governo de José Sócrates. Gastámos o que não tínhamos e vamos pagar esse preço».
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Frito:
Estou convencido que aquilo a que assistimos nos últimos dias é uma verdadeira operação militar e um crime contra a pátria (mais um). Como sabem há muito que ando nos mercados (quantos dos analistas que dizem disparates nas TVs alguma vez estiveram nos ditos mercados?) e acompanho com especial preocupação (o meu Pai diria obsessão) a situação portuguesa há vários anos. Algumas verdades inconvenientes não batem certo com a “narrativa” socialista há muito preparada e agora posta em marcha pela comunicação social como uma verdadeira operação de PsyOps, montada pelo círculo íntimo do bandido e executada pelos jornalistas e comentadores “amigos” e dependentes das prebendas do poder (quase todos infelizmente, dado o estado do “jornalismo” que temos).
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Ou estufado:
Teixeira dos Santos admite que Portugal só tem financiamento até Junho.
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O texto de Medina Carreira é para guardar e ler 3 de manhã, depois do almoço e ao deitar.
Sim, José. Deve ser utilizado como antibiótico de largo espectro contra a virose da indignidade.
Cada vez é mais dificultado o pensar fora do quadrado. Os gatos disputam o poder de negociar as espinhas…
Rogério, terei muito gosto em debater consigo. Mas, para isso, preciso de opiniões e não de enigmas.
Em Angola já ouvi comentários, do povo (que por acaso não tem água potável nem energia a maior parte do dia), sobre a situação em Portugal ser “mesmo muito má e de estarmos a passar mal, muito mal mesmo”… Por acaso, ou talvez não, a comunicação social tem ignorado olimpicamente a nossa situação.
Muito pertinente a sua observação, André Miguel. Um grande abraço para essa que é, também, minha terra.