Por ter feito com que todos e todas possamos ser accionistas de um banco privado comprando, no decorrer do dia de hoje, mil acções do BANIF pelo preço de um café.
Por ter feito com que todos e todas possamos ser accionistas de um banco privado comprando, no decorrer do dia de hoje, mil acções do BANIF pelo preço de um café.
Três perguntas:
Sabes o que faz um Presidente de um Conselho de Administração?
Sabes qual é a sua formação e qual foi o motivo da sua “contratação”?
Não é esse o vosso objectivo máximo, o contribuinte passar a “dono” do banco?
Duas considerações:
Por falar em preços de saldo, como é que achas que ficaram as empresas em Portugal depois de nacionalizadas pelo gangue de assaltantes comunista depois de 75? Se valessem um café era uma sorte.
Gosto da preocupação com a falência e papel dos accionistas (que pagam o risco) por parte de um comunista, comove-me! ; )
A banca nacionalizada depois de 75 devia valer o valor de um café.
Foi privatizada por pouco mais que um café a uns indivíduos que a espremeram e deram a nacionalizar o prejuízo.
Mas a banca portuguesa é “sólida séria e responsável” diziam os nossos abalizados analistas económicos em 2011.
Três respostas:
1. A julgar pelo apuramento das responsabilidades do que sucedeu noutros bancos, o Presidente de um CA tira cafés para gente incerta que não chega a conhecer e que pratica actos de gestão condenáveis;
2. Certamente para arrumar a casa e para zelar pelo interesse público (ahahahaha, não consigo escrever isto sem me rir);
3. Já que acabamos sempre por pagar a conta, se calhar devíamos tentar ser donos do banco antes que aquilo tenha um buraco tão grande.
“1. A julgar pelo apuramento das responsabilidades do que sucedeu noutros bancos, o Presidente de um CA tira cafés para gente incerta que não chega a conhecer e que pratica actos de gestão condenáveis;”
Eu sei que é isso que pensa que ele faz, foi esse a experiência exigida aos camaradas que assaltaram as “Sorefames” e afins e que acharam que atirarando o know-how pela janela fora e todas as tropelias feitas uma empresa (ou as empresas) funcionariam na perfeição. Uns brincalhões inconsequentes.
“2. Certamente para arrumar a casa e para zelar pelo interesse público (ahahahaha, não consigo escrever isto sem me rir);”
Interesse público? O objectivo de um negócio é gerar lucro, se não gera, se não funciona morre.
“3. Já que acabamos sempre por pagar a conta, se calhar devíamos tentar ser donos do banco antes que aquilo tenha um buraco tão grande. “
É isso, já que conseguimos atestar um Ferrari, porque não tentar comprar um e manter o dito na alçada pública? Os valores são quase iguais!