Obras de Santa Engrácia


enlil,

Então não vai uma petiçãozita para retirar Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro e Sophia de Mello Breyner e Andresen do Panteão? Ficava muito mais compostinho e homogéneo, além de que verdadeiramente representativo da ideia que se quer legar da Nação.

0 comentários em “Obras de Santa Engrácia”

  1. E engarrafar Lisboa toda a uma Sexta de Verão à tarde não lembrava ao careca. Então não se podia fazer a um Sábado?!

  2. O Panteão é apenas um templo maçónico, do regime, ideológico e faccioso. Do verdadeiro Portugal representa pouco.

  3. Também não apreciei andarem a passear o caixão do Eusébio por meia Lisboa. E eu que até gostava do Eusébio…

  4. Não sabia que ainda lá estava o Marechal Carmona, cujo nome também não foi saneado na ponte de Vila Franca de Xira. Acho bem. O velhote era simpático, diziam os meus pais.

    ( a rua onde nasci , em Santarém tinha o nome dele, depois promoveram-na a avenida…25 de Abril, claro )

  5. Zé
    Só tu para me fazeres dar uma gargalhada neste engarrafamento…
    O Miguel Sousa Tavares não de ter achado muita graça, tanto mais que Sofia gostaria era de estar num belo campo frodoso e não naquele gelo!

  6. A história antiga foi marcada pelas Olimpíadas, e os seus heróis, como Milo de Croton, foram recordados até hoje.

    Do tempo em que a palavra “nação” não era decorativa, a representação portuguesa no palco inglês de 1966, levou o epíteto dos “Magriços”.

    A esse propósito se aludia o episódio dos “Doze de Inglaterra”, que brilharam no “jogo” de então, um torneio de cavalaria singular, que nem sequer era qualquer competição mundial.

    Aí estava não apenas o Magriço, mas também o Conde de Avranches, jarreteiro que morreu com o Infante D. Pedro em Alfarrobeira.

    O episódio mereceu honra de ser inscrito para a posterioridade nos Lusíadas.

    Talvez mais cegos sejam hoje os que não vejam o impacto relativo de eventos à escala mundial.

    Pela minha parte, assumido bronco, vi ali em Eusébio mais poesia, coragem, sentido de honra e missão nacional, do que em outros exemplos “poéticos”, que se inscreveram apenas pelo seu relevo definido por grupos de interesse, e cuja matéria objectiva é, até outra notícia, um mero elogio ao vazio.

  7. Sophia de Mello Breyner saiu uma vez da sede da Sociedade Portuguesa de Autores porque estava lá Aquilino, e Sophia e o Marido, recusavam estar debaixo do mesmo tecto com um regicida (Aquilino é um presumível implicado no assassinato do Rei D. Carlos I).
    Depois puseram-na naquele sítio medonho, onde está Aquilino.
    Creio que estimaria estar noutro local.

  8. De acordo,já se não justifica estarem lá.E onde se juntarão?
    Por favor deixem sossegado e só o Heteronímico,”não é de companhia”.

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