Então não vai uma petiçãozita para retirar Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro e Sophia de Mello Breyner e Andresen do Panteão? Ficava muito mais compostinho e homogéneo, além de que verdadeiramente representativo da ideia que se quer legar da Nação.
Obras de Santa Engrácia
enlil,

Concordo. E reservar já lugar para Ronaldo, Mourinho e Vale e Azevedo.
E Rui Veloso, e Margarida Rebelo Pinto, e mais uma mão cheia de estadistas, e etc..
E engarrafar Lisboa toda a uma Sexta de Verão à tarde não lembrava ao careca. Então não se podia fazer a um Sábado?!
O que vale um engarrafamentozito em face da eternidade?
Futebol e Fátima, Futebol e Fado, Futebol e Futebol.
Costa
O Panteão é apenas um templo maçónico, do regime, ideológico e faccioso. Do verdadeiro Portugal representa pouco.
Também não apreciei andarem a passear o caixão do Eusébio por meia Lisboa. E eu que até gostava do Eusébio…
Não sabia que ainda lá estava o Marechal Carmona, cujo nome também não foi saneado na ponte de Vila Franca de Xira. Acho bem. O velhote era simpático, diziam os meus pais.
( a rua onde nasci , em Santarém tinha o nome dele, depois promoveram-na a avenida…25 de Abril, claro )
Zé
Só tu para me fazeres dar uma gargalhada neste engarrafamento…
O Miguel Sousa Tavares não de ter achado muita graça, tanto mais que Sofia gostaria era de estar num belo campo frodoso e não naquele gelo!
A história antiga foi marcada pelas Olimpíadas, e os seus heróis, como Milo de Croton, foram recordados até hoje.
Do tempo em que a palavra “nação” não era decorativa, a representação portuguesa no palco inglês de 1966, levou o epíteto dos “Magriços”.
A esse propósito se aludia o episódio dos “Doze de Inglaterra”, que brilharam no “jogo” de então, um torneio de cavalaria singular, que nem sequer era qualquer competição mundial.
Aí estava não apenas o Magriço, mas também o Conde de Avranches, jarreteiro que morreu com o Infante D. Pedro em Alfarrobeira.
O episódio mereceu honra de ser inscrito para a posterioridade nos Lusíadas.
Talvez mais cegos sejam hoje os que não vejam o impacto relativo de eventos à escala mundial.
Pela minha parte, assumido bronco, vi ali em Eusébio mais poesia, coragem, sentido de honra e missão nacional, do que em outros exemplos “poéticos”, que se inscreveram apenas pelo seu relevo definido por grupos de interesse, e cuja matéria objectiva é, até outra notícia, um mero elogio ao vazio.
Sophia de Mello Breyner saiu uma vez da sede da Sociedade Portuguesa de Autores porque estava lá Aquilino, e Sophia e o Marido, recusavam estar debaixo do mesmo tecto com um regicida (Aquilino é um presumível implicado no assassinato do Rei D. Carlos I).
Depois puseram-na naquele sítio medonho, onde está Aquilino.
Creio que estimaria estar noutro local.
De acordo,já se não justifica estarem lá.E onde se juntarão?
Por favor deixem sossegado e só o Heteronímico,”não é de companhia”.