18 comentários em “Ó vós, que andais nos Terreiros…”
Eu sei, mesmo sem andar nos terreiros. Um desses biquinhos de metal já me fez uma mossa num carro novinho em folha num estacionamento de alto risco numa rua estreitinha da Lapa.
Obrigada “Público”. Se é “projecto que mereceu a aprovação do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico”, meta-se a viola no saco, pronto.
Na Lapa sim, de certeza. Não só a mossa tem pouco mais de um mês como acabei de ver um na R. das Praças ou qualquer coisa assim no street view. Do Terreiro do Paço não sei nada. Como fizeram tudo para o destruir…
Só me faz lembrar o militar (tinha que ir pesquisar o nome) que, a 25 de Abril de 1974, resistia dentro da chaimite ao general que o mandava apontar o canhão para a multidão no Terreiro do Paço e as forças do Salgueiro Maia por detrás, e ele insistindo em dar ordens ao atirador para apontar para o rio, pensando com os seus botões (segundo disse ao Expresso 25 anos depois): Se destruo o Terreiro do Paço o Marquês nunca mais me perdoa!
Antes aí que na sucata, Isabel. Mas esta Câmara tem muito a mania de brincar às mudanças mobiliárias na cidade. Até quiosques transitam para onde o dono quer. Na encosta do Casal Ventoso havia uns candeeiros todos modernaços de gosto duvidoso, postos há 10/12 anos, também levaram uma razia parcial. Não sei para onde foram, nem porque substituíram parte deles… Coisas estranhas.
Vou-lhe já poupar trabalho: chama-se Fernando Sottomayor (a reconstituição histórica da SIC, aliás bastante competente, chamavalhe “Dinis sottomayor”, creio, confunfindo-o com um parente que esteve à frente da RTP-Porto).
Estes candeeiros foram modernaços na altura em que foram colocados. Também nada têm a ver com o estilo arquitectónico da praça. Não vejo porque não se possam substituir. Pessoalmente, naquele local, gosto mais dos que lá estão agora. Este estilo romântico fico bem no jardim da Estrela, não numa praça de características iluministas.
Pena eu não poder pôr aqui uma foto para o Xico ver melhor, porque, Xico, aquilo são postes. Se tivesse que vestir um fraque e só tivesse para calçar uns ténis all star e uns socos, o que escolhia? É +/- isto 🙂 Mas sim, eu sei, “gostos não se discutem”. Obrigada, Xico!
Eu sei, mesmo sem andar nos terreiros. Um desses biquinhos de metal já me fez uma mossa num carro novinho em folha num estacionamento de alto risco numa rua estreitinha da Lapa.
Foram para a sucata. O Costa mais o Salgado e o Zé substituiram-nos por outros, muito parecidos com os que há no paredão da Costa da Caparica (!!!).
Na Lapa o na sucata? Mau!
http://m.publico.pt/Detail/1539628
Obrigada “Público”.
Se é “projecto que mereceu a aprovação do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico”, meta-se a viola no saco, pronto.
Na Lapa sim, de certeza. Não só a mossa tem pouco mais de um mês como acabei de ver um na R. das Praças ou qualquer coisa assim no street view. Do Terreiro do Paço não sei nada. Como fizeram tudo para o destruir…
Só me faz lembrar o militar (tinha que ir pesquisar o nome) que, a 25 de Abril de 1974, resistia dentro da chaimite ao general que o mandava apontar o canhão para a multidão no Terreiro do Paço e as forças do Salgueiro Maia por detrás, e ele insistindo em dar ordens ao atirador para apontar para o rio, pensando com os seus botões (segundo disse ao Expresso 25 anos depois): Se destruo o Terreiro do Paço o Marquês nunca mais me perdoa!
Antes aí que na sucata, Isabel. Mas esta Câmara tem muito a mania de brincar às mudanças mobiliárias na cidade. Até quiosques transitam para onde o dono quer.
Na encosta do Casal Ventoso havia uns candeeiros todos modernaços de gosto duvidoso, postos há 10/12 anos, também levaram uma razia parcial. Não sei para onde foram, nem porque substituíram parte deles… Coisas estranhas.
Talvez passados a patacos? Tuso o que é metal, hoje em dia…
Vou-lhe já poupar trabalho: chama-se Fernando Sottomayor (a reconstituição histórica da SIC, aliás bastante competente, chamavalhe “Dinis sottomayor”, creio, confunfindo-o com um parente que esteve à frente da RTP-Porto).
É isso – como saber de tanta gente que está a passar por dificuldades e que passa despercebida -,Gui Abreu Lima.
Estes candeeiros foram modernaços na altura em que foram colocados. Também nada têm a ver com o estilo arquitectónico da praça. Não vejo porque não se possam substituir. Pessoalmente, naquele local, gosto mais dos que lá estão agora. Este estilo romântico fico bem no jardim da Estrela, não numa praça de características iluministas.
Pena eu não poder pôr aqui uma foto para o Xico ver melhor, porque, Xico, aquilo são postes. Se tivesse que vestir um fraque e só tivesse para calçar uns ténis all star e uns socos, o que escolhia? É +/- isto 🙂 Mas sim, eu sei, “gostos não se discutem”. Obrigada, Xico!
Foram ali comprar melões, já volt@m!
🙂 para os tubarões.
a si: lGk
http://www.youtube.com/watch?v=DOt-9ViX
Anónimo, na volta V. Exa. é um edil de vulto, e os candeeiros já ladeiam, a brilhar, a alameda da sua quintarola. e eu aqui feita lorpa :p
Minha agridoce Lima, muito obrigado por tão belas notas sobre o comandante Che.
Hoje quero que meta na sua malita dois pares de sapatitos para duas ocasiões; venha daí:
Primeira ocasião, um bate perna com saia rasgadita, para não tolher os movimentos, com sapatito a condizer: VI
http://www.youtube.com/watch?v=7qtaFHgL_
2ª. ocasião, coloque os sapatitos adequados e vamos dar uma voltita de lambreta: NA
http://www.youtube.com/watch?v=GupA7-o0w
Depois deste delirante dia, resta-me dizer-lhe algo no pé d´orelha:
Obrigado.
Ahhh, eheh. Você não me morra, senão vou ter saudades suas, ouviu?
T@ bem, prometo.