De quem é a Newshold? Álvaro Sobrinho revela accionistas da sociedade e confirma a sua ligação empresarial à Akoya, a empresa sob investigação no Monte Branco
Freedom House preocupada pela influência de Angola no jornalismo em Portugal
31/1/2017
O relatório mundial da Freedom House demonstra preocupação sobre a influência de Angola nos meios de comunicação social portugueses atingindo jornalistas e provocando casos de autocensura.
A ala minoritária e ultra radical NeoLib do PSD está a tentar sobreviver, destruindo o próprio partido, com medo que a nova liderança, um pouco mais moderada, lhes estrague os planos fnático-ideológicos, e já agora os tachos dessa corja Passista.
Faz lembrar as alas dissimuladas NeoLib (Terceira Via) dos “PS” por essa Europa fora, que efetivamente conseguiram os seus objetivos de acabar com os próprios partidos.
No entanto, Rui Rio só se pode queixar de si próprio. Em vez da luta política, escolheu a luta de carácter, como só os cobardes, sem discurso nem ideias, fazem, e, com mais telhados de vidro do que se imaginava: – eleitores falsos do PSD; – currículos falsos do nº 2; – negociatas obscuras do líder da campanha; – armário a transbordar de esqueletos no Porto; – mentiroso compulsivo que diz que apela ao “centro”, mas afinal na economia quer ir mais longe do que quem foi além da troika (políticas económicas de direita radical, a fazer lembrar Pinochet);
Diz que vinha dar “um banho de ética”… mas acabou ele próprio encharcado! E a continuar assim, todo o partido se constipa nas próximas eleições. É para o lado que eu, 50% Geringonço (vivo bem sem Marxistas-Leninistas do PCP, nem Europeísmos radicais dos PS da Terceira Via) durmo melhor.
Não direi que o que se está a passar no PSD era de esperar. No entanto o que se passa soma-se àquilo que Rio não é capaz de fazer passar. Eu traduzo agora o meu pensamento: Rio tinha – e digo tinha porque ele vai mudar radicalmente – em ideia que era necessário resgatar o PS, para poder mudar a situação política em Portugal. Aliás, o pacto com o diabo, de que falou Manuela Ferreira, vai ao encontro de que este princípio é defendido por alguns no PSD.
Porém Rio esquece que o que está em causa não é um resgate do PS, é necessário combater Costa custe o que custar. Costa não é um primeiro-ministro eleito. Ele fez-se primeiro-ministro com as fragilidades do PCP e do BE. E estas fragilidades notam-se nas concessões estapafúrdias que vem fazendo ao BE em variadíssimas questões de natureza social estruturais. O BE, sendo o mais beneficiado neste “nonsense”, porque revela a fragilidade da sua luta e que somente cavalga num modismo que será totalmente revertido em menos de uma década, acabou por atirar eleitorado tradicional do PCP, o tal que também é volátil, para os braços do PS.
O que Rio deveria ter feito, ao invés de se colar como pau de cabeleira do PS, era não só congregar em torno de si o eleitorado volátil do PSD como também encostar o PCP a uma luta sem quartel contra o PS. Para isso era necessário assumir o protagonismo relativamente ao eleitorado pensionistas e reformados, relativamente à precariedade laboral e abrir uma janela de esperança aos desempregados (cerca de 18% e não os 8% oficiais) bem como a todos quantos empobreceram através do plano das 2 troikas (a externa e interna, referindo-me concretamente a todo o aval dado por Cavaco) e a quem a troika actual, PS-PCP-BE, finge fazer alguma coisa somente através de piedosos discursos.
Por outro lado, se Rio se lembrasse do que originou o Maio de 68 em França, usaria essas prerrogativas essenciais de vanguarda, que levou a que o PCF, por sua ortodoxia e politica baseada num modelo estalinista, tivesse desmarcado um encontro com a história, que hoje volta a estar em foco na mente dos cidadãos e que ninguém parece ser capaz de catalogar.
São essas prerrogativas: entre outros, mas usando as mais pungentes, cada cidadão, per si, querer fazer parte do processo político, tomando em suas mãos o seu futuro e os destinos de seu país; a exigência de um modelo de sociedade que os saque do atavismo cultural e político que em nome do colectivo tem negado a individualidade. Este modelo de sociedade que se exige, por suas características, não pode ser construído com Costa, Catarina e Jerónimo. Portanto, a via de Rio seria, e será, liderar uma “terceira via” fazendo convergir nesta a bipolaridade residente no PSD. Em política, tal como na vida, é necessária a coragem para mudar e fazer mudar.
Rui Rio !!!?? Quando a “bancada” do PSD no Parlamento de Portugal declara guerra a líder saído do Congresso do Partido…Rui Rio foi eleito contra “Passos Coelho” …A Guerra começou no Congresso do PSD…Os deputados do PSD a quererem derrubar o lider do PSD !!!???
Luís, repare na noticia:
Fizz – Procuradores que arquivaram processo Manuel Vicente classificados com distinção.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Newshold
De quem é a Newshold?
Álvaro Sobrinho revela accionistas da sociedade e confirma a sua ligação empresarial à Akoya, a empresa sob investigação no Monte Branco
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/d etalhe/quem-e-a-newshold
A Newshold já era. Agora é a Newsplex
http://www.meiosepublicidade.pt/201 5/12/nova-empresa-de-comunicacao-social-n ewsplex-assume-titulos-da-newshold/
Parece que sim…mas…
Freedom House preocupada pela influência de Angola no jornalismo em Portugal
31/1/2017
O relatório mundial da Freedom House demonstra preocupação sobre a influência de Angola nos meios de comunicação social portugueses atingindo jornalistas e provocando casos de autocensura.
https://observador.pt/2017/01/31/freedom-h ouse-preocupada-pela-influencia-de-angol a-no-jornalismo-em-portugal/
A ala minoritária e ultra radical NeoLib do PSD está a tentar sobreviver, destruindo o próprio partido, com medo que a nova liderança, um pouco mais moderada, lhes estrague os planos fnático-ideológicos, e já agora os tachos dessa corja Passista.
Faz lembrar as alas dissimuladas NeoLib (Terceira Via) dos “PS” por essa Europa fora, que efetivamente conseguiram os seus objetivos de acabar com os próprios partidos.
No entanto, Rui Rio só se pode queixar de si próprio. Em vez da luta política, escolheu a luta de carácter, como só os cobardes, sem discurso nem ideias, fazem, e, com mais telhados de vidro do que se imaginava:
– eleitores falsos do PSD;
– currículos falsos do nº 2;
– negociatas obscuras do líder da campanha;
– armário a transbordar de esqueletos no Porto;
– mentiroso compulsivo que diz que apela ao “centro”, mas afinal na economia quer ir mais longe do que quem foi além da troika (políticas económicas de direita radical, a fazer lembrar Pinochet);
Diz que vinha dar “um banho de ética”… mas acabou ele próprio encharcado! E a continuar assim, todo o partido se constipa nas próximas eleições. É para o lado que eu, 50% Geringonço (vivo bem sem Marxistas-Leninistas do PCP, nem Europeísmos radicais dos PS da Terceira Via) durmo melhor.
É Bloqueado?
Não direi que o que se está a passar no PSD era de esperar. No entanto o que se passa soma-se àquilo que Rio não é capaz de fazer passar.
Eu traduzo agora o meu pensamento:
Rio tinha – e digo tinha porque ele vai mudar radicalmente – em ideia que era necessário resgatar o PS, para poder mudar a situação política em Portugal. Aliás, o pacto com o diabo, de que falou Manuela Ferreira, vai ao encontro de que este princípio é defendido por alguns no PSD.
Porém Rio esquece que o que está em causa não é um resgate do PS, é necessário combater Costa custe o que custar. Costa não é um primeiro-ministro eleito. Ele fez-se primeiro-ministro com as fragilidades do PCP e do BE. E estas fragilidades notam-se nas concessões estapafúrdias que vem fazendo ao BE em variadíssimas questões de natureza social estruturais. O BE, sendo o mais beneficiado neste “nonsense”, porque revela a fragilidade da sua luta e que somente cavalga num modismo que será totalmente revertido em menos de uma década, acabou por atirar eleitorado tradicional do PCP, o tal que também é volátil, para os braços do PS.
O que Rio deveria ter feito, ao invés de se colar como pau de cabeleira do PS, era não só congregar em torno de si o eleitorado volátil do PSD como também encostar o PCP a uma luta sem quartel contra o PS. Para isso era necessário assumir o protagonismo relativamente ao eleitorado pensionistas e reformados, relativamente à precariedade laboral e abrir uma janela de esperança aos desempregados (cerca de 18% e não os 8% oficiais) bem como a todos quantos empobreceram através do plano das 2 troikas (a externa e interna, referindo-me concretamente a todo o aval dado por Cavaco) e a quem a troika actual, PS-PCP-BE, finge fazer alguma coisa somente através de piedosos discursos.
Por outro lado, se Rio se lembrasse do que originou o Maio de 68 em França, usaria essas prerrogativas essenciais de vanguarda, que levou a que o PCF, por sua ortodoxia e politica baseada num modelo estalinista, tivesse desmarcado um encontro com a história, que hoje volta a estar em foco na mente dos cidadãos e que ninguém parece ser capaz de catalogar.
São essas prerrogativas: entre outros, mas usando as mais pungentes, cada cidadão, per si, querer fazer parte do processo político, tomando em suas mãos o seu futuro e os destinos de seu país; a exigência de um modelo de sociedade que os saque do atavismo cultural e político que em nome do colectivo tem negado a individualidade.
Este modelo de sociedade que se exige, por suas características, não pode ser construído com Costa, Catarina e Jerónimo.
Portanto, a via de Rio seria, e será, liderar uma “terceira via” fazendo convergir nesta a bipolaridade residente no PSD.
Em política, tal como na vida, é necessária a coragem para mudar e fazer mudar.
Rui Rio !!!?? Quando a “bancada” do PSD no Parlamento de Portugal declara guerra a líder saído do Congresso do Partido…Rui Rio foi eleito contra “Passos Coelho” …A Guerra começou no Congresso do PSD…Os deputados do PSD a quererem derrubar o lider do PSD !!!???
Tudo serenava se Rui beijasse e desse a mão a Jerónimo,mais velho e experiente.
Pois de um sonho se fez a Geringonça.
Ousar,ousar.Rio e Jerónimo.
Ousar lutar, ousar vencer.