O post abaixo – A cor da Justiça – revela uma situação caricata. Mas não é única. Há uns anos, requeri a um tribunal do Sul do país que me enviasse por correio a carta de condução de um cliente que ali fora julgado em processo-crime por condução com excesso de álcool. Por descuido, não foi enviado envelope selado para o efeito e nem sequer tinha ainda dado pelo lapso quando recebi uma notificação do tribunal – em carta registada – com um despacho onde se lia que se queria a carta, havia que enviar envelope selado. E eu enviei. Não sem pensar, claro, que o tribunal poderia ter aproveitado o dinheiro e o tempo despendidos com o despacho e a carta registada para me enviar a carta de condução. E não se falava mais no assunto.
O selo da Justiça
oanonimoanonimo,

É a inteligência típica do funcionário-burocrata: o chefe é que mandou…
Pois, imagino que tenha sido assim. Já não me recordo dos pormenores. Mas se me puser a pensar, lembrar-me-ei de muitas histórias do género.
Já agora, alguém comprou a tinta para o selo branco?……………
Não me espantaria nada…
Se o ridículo pagasse imposto…
Mas essas situações continuam. Tribunais, hospitais, etc… país porreiro!
O problema, agora, e além do resto, é um outro selo.