Há aqui quem não tenha gostado disto que escrevi mais abaixo sobre a Fernanda Câncio, por eu optar por «gracejos políticos de gosto dúbio», ao que parece. Aceito, mas negociado meio por meio. Escrever até seis linhas sobre ela pode ser um gracejo, o que vai sempre bem, mas nada pode ter de político, o que seria presunção da minha parte. Assim, ficamos quites.
Já quanto a chamarem-lhe «a namorada», ela queixar-se de lhe chamarem «a namorada» e o plenário da Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas entender que lhe podem chamar «a namorada», parece-me razoável que não tenha o mesmo gosto para todos, mas eu acho saborosíssimo. Desde que não mo chamem a mim…

Saborosamente ridícula essa história. Eh!Eh!Eh!Eh!
Deu para rir.