O rigor jornalístico (por ordem decrescente)


Rui Rocha,

 

12 comentários em “O rigor jornalístico (por ordem decrescente)”

  1. Logo mais a D. Judite das Sapatolas ou o sr. Carvalho Sem Gravata e mais careca que o outro vão garantir que foram uns 14, isto no mínimo.

  2. Ai Rui, não entendes nada! Há 5 horas eram 4; à 2 horas eram 3 e há uma hora eram 2. À medida que o tempo passava eles iam saindo, logo havia cada vez menos detidos. Se a manif tem começado 10 horas antes teria havido 8 ou 9 detidos – percebeste agora?

  3. Só gostava de perceber o que mais querem os estivadores.
    Bem sei que o direito à greve é um direito justo, mas quando se vê alguns ramos, nomeadamente este, ou até mesmo os da CP a fazer greve pouco a pouco ou continuada, chegam ao cumulo de ridicularizar os princípios desse direito, deixa de ser justo, e quanto a mim, quando a isso se chega, perde-se a legitimidade para exigir o que quer que seja.
    Bem sei qual o nível de vida de um estivador ou de um maquinista da CP, vivem com ordenados de 1500 até 4000, tanto que se podem dar ao luxo de descontar dias e dias desse vencimento sem passar por dificuldades financeiras. E as pessoas que recebem o ordenado mínimo e ficam impedidas de ir trabalhar por causa dos caprichos desses chantagistas? Sinceramente: Aja pachorra para aturar porcos!

    1. Como defensor dos direitos dos trabalhadores que sou, e do direito à greve neles incluído, reconheço que nesta coisa dos estivadores parece existir, de facto, um abuso.

  4. Esqueci da parte de referir o que eu sinto na pele por causa da greve da estiva.
    Uma encomenda via marítima demora em média 1 semana para sair das ilhas dos Açores e ser entregue na morada no continente ou vice versa. Neste momento esta a demorar 4 semanas (para correr bem). Nos movimentos para o estrangeiro a demora por certo é muito maior. No transitário que costumo usar, informaram-me que para além da greve, o serviço das cargas e descargas anda devagar, devagarinho ou nem anda, não só pela falta de pessoal mas também pela falta de vontade dos que estão ao serviço. Fiquei com a ideia que me foi transmitida, a de que sobre estes serviços o único poder que existe é o das regras da ética e do bom senso, triste facto este quando pecam pela falta disso mesmo, o que alias é vulgar nos serviços públicos, outra coisa já não espero. Mas, se isso não é boicote então não sei qual o significado desta palavra.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *