Vou fazer um retrato em prosa de Francisco Anacleto Louçã (tentem ler como eu sugiro): «O ensino é um custo para o País, mas não pode ser um preço para os estudantes; tem que ser uma vantagem para todos.»
Está um retrato fracote, eu sei. Vou dar um retoque: "(…) tem que ser uma vantagem para todos e todas." A culpa não foi minha. Louçã é que está a perder qualidades, mas continua a falar em surdina-e-bold.

Esqueceu-se do itálico…
Fiz de propósito, para dar mais nas vistas, mas talvez seja melhor como diz.
Posso dar só mais uns retoquesinhos no retrato? Então aí vai: «O ensino é um custo parrra o País, mas não pode serrrr um prrrreço parrrra os estudantes; tem que serrrr uma vantagem parrrra todos.»
Ele é mais: orricos que paguem a crise.
Hehe…
Acho o máximo esta forma de dizer “Orricos que paguem a crise”, palavra de ordem do partido do L. Fazenda.
:)))
[Ah! Não sei exactamente a cor da fazenda]
Já quanto ao padrão… todos conhecemos.
Mas ele é um dos ricos, pelo menos ganha bem e não se lhe conhecem dificuldades, tem até PPR´s os tais que ele quer acabar e que eu saiba, não me parece que ele ajude a pagar seja o que for que esteja em crise….
Os ordenados mínimos ou pouco mais é que pagam a hipocrisia dessa gente
Só não entendo por que há-de ser-se anónimo para dizer isso.
Era engraçado termos o retrato de quem retrata, o seu registo de interesses e uma biografia, até porque Louça e João Carvalho parecem semelhantes, pelo menos na intransigência militante, no radicalismo e na defesa encarniçada das suas ideias.
Acha que era engraçado? Olhe que ficaria desiludido: não tenho qualquer importância para ficar à mercê dos ‘seurreparos’.