“From my own experience in 2011, I would say that the threat to academic freedom at this university is not recent nor limited to local politics but extends to religious, gender and sexual politics“.
A carta que foi publicada por Maureen Sabine, professora honorária de História da Hong Kong University, na edição de 8 de Agosto passado do SCMP, (Academic freedoms at risk in Macau) volta a colocar na ribalta a actuação da Universidade de S. José e da sua reitoria, dando a entender que, afinal, o problema a que nos referimos em 25 e 26 de Junho, e depois em 28 de Junho p.p., já vem de trás. E o que recentemente aconteceu só serviu para mostrar o agravamento da situação.

Esta série de posts começa a descambar rapidamente para o ridículo.
Tratar de fazer eco de alguém que pretende colocar um incidente ocorrido entre ela e a instituição no mesmo patamar que aquilo que se está a passar com Sautedé é de uma leviandade tremenda.
Se o objectivo era tornar irrelevante a denúncia, parabéns.
Não há nada de surpreendente, parece-me a mim, em que uma universidade católica censure temas ligados a sexo e género. Ou que não deseje que nela se fale de certos filmes ou outras obras de arte que se liguem a esses temas.
Sabe-se bem que essas coisas são tabu para o catolicismo.