Consta que na Casa da Democracia se come muito bem e a preços módicos. Talvez por esse motivo, é-nos relatado aqui que se verificou um “aumento inusitado de utentes” no acesso ao refeitório do Parlamento, o que obrigou a Assembleia a estabelecer novas e severas regras de acesso. Estranho é que a Assembleia não tenha simplesmente aplicado a velha lei da oferta e da procura, segundo a qual quando um bem é muito procurado, sobe-se o respectivo preço. Aqui o preço mantém-se, mas restringe-se o acesso aos utentes. Este comportamento do Parlamento totalmente contrário à lógica do mercado é espantoso nos dias de hoje, em que os mercados são reis e senhores. Como já aqui se ensaiou, é necessário realizar rapidamente um inquérito parlamentar em ordem a esclarecer esta inusitada alteração às regras do refeitório. Afinal, como diz o povo, ou comem todos ou haja moralidade.

Que disparate de post. Há muitíssimos sítios onde a restrição de acesso é feita mediante direitos, e não pelo preço. Suponho, por exemplo, que o Luís Menezes Leitão frequentemente estacione o seu automóvel em locais onde só algumas pessoas os podem estacionar.
Eu até acho uma extraordinária prova de democracia o acesso de não deputados ou seus convidados ao refeitório. Normalmente, as vítimas não almoçam com os seus carrascos.
Cf
com papas ebolos se enganam os tolos. Em muitas situações em Portugal o tacho publico é usado para cobrir privilegios imorais : SNS, ADSE, Educação publica e tendencialmente gratuita, regime do parlamentoe lei eleitoral…. enfim quando haja interesse em pesar os prós e contras sem espirito de seita, temos pano para mangas para debater com transaparencia quem ganha com a ineficiencia cronica.