O que se escreve


Pedro Correia,

"A degradação do PSD anda perto do irremediável. E se Ferreira Leite não for substituída, uma operação agora provavelmente inútil, o problema do PSD acabará por se tornar um problema de regime, porque é difícil imaginar o regime sem uma alternativa de direita. (…) O país pagará caro a fantasia Ferreira Leite e o endémico caos do PSD. Os regimes começam a cair pelos partidos. O dr. Cavaco que se lembre disso."

Vasco Pulido Valente, hoje, no Público

14 comentários em “O que se escreve”

  1. A credibilidade e nível deste senhor, é demonstrada á 6ª feira no telejornal da TVI. Ele serve bem para peixeirar com a Manuela Moura Guedes, mas não serve para escrever crónicas em jornais sérios, sobre assuntos ainda mais sérios.

    Que sabes este senhor de partidos, democracias, regime, governos ??? que sabe ele? que sabe?

  2. O VPV é aquele gajo que futurou a vitória do Soares nas últimas presidenciais?
    Coitado, um dia destes vai ter de engolir em seco.
    Só ele, pelos vistos, é que não sabe que, perante o que está para vir, o Freeport foi apenas um ensaiozito.
    Ai, essas transcrições apressadas…

  3. Alô Pedro,
    um excerto bastante escatológico, diria. No passado o PSD enfrentou dificuldades internas bem graves, e nem por isso o próprio ou o regime (então bem menos consolidados) se degradaram inexoravelmente. Nem Ferreira Leite trará o apocalipse, nem uma mudança de líder à última hora seria forçosamente “inútil”; quanto a esta última hipótese, basta recuar um pouco para observar que outras “operações” de mudança de liderança num PSD agitado e à porta de eleições (como aconteceu por exemplo em 1983, tempo da ‘troika’, com a candidatura de Mota Pinto; ou em 1985, com a vitória de Cavaco Silva no congresso da Figueira, rompimento do Bloco Central e subsequentes eleições) tiveram consequências, digamos, não muito previsíveis e nada dispiciendas. O que faz desta ocasião uma altura pior para o PSD que Janeiro de 1981, Fevereiro de 1995 ou Julho de 2004 para o PSD, seria o que perguntaria a Pulido Valente.

    abraço,

      1. Ana Cláudia, quase me apetecia transformar o teu comentário anterior em ‘post’. Fica a sugestão. Tens toda a razão sobretudo quando sublinhas que fica por demonstrar a inutilidade de uma mudança de líder à última hora. Mas, convenhamos, o que seria de VPV sem alguma escatologia?
        Pensa na minha sugestão…

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *