Não é a austeridade, acreditem — nunca foi. O que me chateia mesmo é o gozo mal disfarçado de quem a impõe com esta mistura tão lusitana de tacanhez endémica, subordinação saloia e analfabetismo panfletário. Tragam-me um vilão do Graham Greene, melancólico e sem peneiras, para desenjoar.
O que me chateia.
vidabreve,

Não me parece que seja gozo. É simplesmente o poder total do Estado de taxar, impostar e endividar.
E a maioira que tem bébés votou para isso acontecer.
Talvez se tanta gente, lá pelo Parlamento mas também fora, não se irritasse tanto com a simples frase “não há dinheiro”…