Miguel II de Bragança (1853–1927)
D. Miguel II, nascido na Baviera (Alemanha) e falecido na Áustria, foi assim chamado pelos legitimistas, que o consideraram príncipe herdeiro da Coroa de Portugal (o representante da legitimidade portuguesa), visto ser filho de D. Miguel I, que casara no então Império Alemão depois de deposto e aí exilado. Era, tal como o pai, opositor da monarquia constitucional em vigor e visitou discretamente Portugal uma vez. Reivindicando o título de 23.º duque de Bragança por morte do pai e pretendente ao trono durante os reinados de D. Luís, de D. Carlos e de D. Manuel II, renunciou ainda em vida (em 1920) a favor do seu filho mais novo, D. Duarte Nuno de Bragança.
Se este senhor D. Miguel Maria Carlos Egídio Constantino Gabriel Rafael Gonzaga Francisco de Paula e de Assis Januário de Bragança, filho de D. Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzaga Evaristo de Bragança e Bourbon e de D. Adelheid Sophie Amelie Louise Johanne Leopoldine von Löwenstein-Wertheim-Rosenberg, não tivesse renunciado em favor do filho D. Duarte Nuno Fernando Maria Miguel Gabriel Rafael Francisco Xavier Raimundo António de Bragança e tivesse antes reivindicado com sucesso o trono de Portugal, tudo poderia ter sido bem diferente.
Porém, adivinha-se que não seria fácil segurar o movimento republicano: enquanto Sua Alteza Real tivesse de assinar Miguel Maria Carlos Egídio Constantino Gabriel Rafael Gonzaga Francisco de Paula e de Assis Januário de Bragança num simples despacho, qualquer plebeu que se chamasse Afonso Augusto da Costa já teria rubricado todas as páginas de um missal em latim (se ele tivesse missal, porque parece que só tinha latim).
Em suma: na política, príncipes e plebeus fazem asneiras, mas os plebeus fazem mais porque são muito mais rápidos e sobra-lhes muito mais tempo para fazê-las, como cem anos depois se vê com grande clareza.



[Eu rindo até às lágrimas]
Como te atreves a ter mais graça do que eu?
Nhã-nhã-nhã-nhã-nhãããã-nhã!
Perliquiteto. [Eu deitando a língua de fora]
Eheh…
Não ouvia essa palavra há décadas.
Ahahahahah.
Então estamos de acordo…
Ó JC, estou muito desolado por não teres arranjado espaço para o meu nome que sou o primo dos visados e que me chama João Eduardo Manuel Rafael Henrique de Medina e Carreira Catastrofista Gonzaga de Bragança Alcântara e Bourbon de Castro Mello Benevides Regaleira de Perdigão Vasconcellos e Severino Van-Uden Passarão Cordovil de Câmara aberta para filmar a muita graça que tens…
Se assim o dizes, arranjo-te espaço para dois: Bourbon e Regaleira… Mas não me fales em Câmara que as autarquias põem-me nervoso!
eheheh… só tu! Abraço.
Um abraço, João.
Endoidou de vez, foi?
Quem ? O Miguel de Bragança ou o D. Afonso Costa?…
Eheh…
Recomendações para Albufeira.
Está de estalo… como diria o Eça… 🙂
Mas, porém, todavia, contudo, não obstante… meu caro João Carvalho: Dom Miguel de Bragança jamais assinaria assim, com esse lençol de nomes… Mas sim, singelamente, “Miguel, Rei”.
O regime, a praxis monárquica, é de uma imensa simplicidade.
Tão extraordinariamente simples que…
Uma espécie de simplex no trono que…?
Eheh…