A Lagarde a fazer a apologia da distribuição da riqueza é… comovente. Fica-lhe tão bem como a gola de Vison que levou para Davos.
A Lagarde a fazer a apologia da distribuição da riqueza é… comovente. Fica-lhe tão bem como a gola de Vison que levou para Davos.
Gostei daquele bilionário americano a defender o “ambiente” dizendo que as pessoa têm de ter menos coisas e mudar o seu estilo de vida.
Foi no seu jato para Davos com a mulher , filhos e duas criadas.
A conferência que defende a redução do CO2 implica um acréscimo de 1700 voos de aviões para as diversas celebridades, políticos, media & Co.
Os animais são todos iguais, mas há uns mais iguais que outros.
Pois, “faz o que eu digo, não faças o que eu faço”
Esta, é daquelas que nunca devia abrir a boca. O que não se entende é porque razão todos pagamos impostos e esta senhora não paga um!…… Não paga, ganha balúrdios e opina, muitas das vezes sem saber o que diz.
Ui, essa cantiga do “dá-vos”… é mesmo “um Vison”: 7XQ
https://www.youtube.com/watch?v=fsujXw26
“a distribuição da riqueza é importante em si mesma, porque aumentar os rendimentos dos pobres tem um efeito multiplicador que não se produz quando se aumenta o rendimento dos que já são ricos”. Afirmei isto aqui no DO há um ano.
Não há dúvida que o efeito Syriza começa a multiplicar-se. E espero que estes que nos desgovernam aqui em Portugal saibam fazer uma boa penitência quando saírem do conforto onde parte deste povo enganado os colocou.
Quando saírem do conforto? Penitência? Mas em que país é que vive, Vento?
Vivo no país dos confortados. Ainda não se tinha dado conta, Teresa?
Mais um, este é da “classe” dos artistas:
http://dailysurge.com/2015/01/pollution-p imp-pharrell-williams-wants-fight-climat e-change/
Diz o provérbio que é necessário que algo mude, para que tudo fique na mesma.
E de fato, a ser verdade aquela revelação de que apenas 1% da população Mundial, é dona de metade da riqueza do Mundo, dá que pensar.
Não tenho dúvida de que é ótimo ser rico, num Mundo povoado por cidadãos de classe média e média-alta, possuidores de casa e carro, com emprego bem remunerado e filhos na escola.
Já tenho mais dúvidas em acreditar que seja maravilhoso ser rico, num Mundo povoado de desempregados e de pobres na mais lata aceção da palavra.
Esses, demonstra a história, acabam por se tornar um alvo a abater, seja pelos poderes políticos, religiosos ou outros menos estruturados e raramente escapam á sua sina.