
Leio que a direcção do Partido LIVRE (um partido da esquerda moderada, o primeiro partido da esquerda portuguesa que não vem do marxismo, nas nada dúbias palavras televisivas do seu dirigente Ricardo Sá Fernandes, candidato do MDP/CDE em 1975 [“ele” há cada coisa!]), leio que direcção do partido LIVRE, dizia eu, se quer desvincular desta parelha. Cansaram-se depressa … seguem já estafados. O sonho, demagógico, de ser pigmalião custou-lhes caro: o ridículo.

A Joacine lembra aquelas raparigas bem apessoadas, mas um pouco limitadas do pescoço para cima.
É engraçado para dar umas voltas, faz-se figura em frente aos amigos, mas para fazer vida em comum, conviver diariamente… Né.
Não concordo consigo. Para usar uma imagem do estilo, será muito mais daquelas raparigas que nos infernizam a vida
conviver com afrodescendentes, requer um certo traquejo, um jeito muito próprio…, não é apenas porque é exótico.
Aconteceu agora com o Livre, mas também já compreenderam isso os do BE.
Cada um é para o que nasce!
“conviver com afrodescendentes requer um certo traquejo …”? Estou de acordo. A mim falta-me, e cada vez mais, é o traquejo para conviver com lusodescendentes.
E vice-versa, cada um é do lado que está, só que os afrodescendentes têm 500 anos de experiência, e os europeus…zero de experiência.
E acontece isso com lusos, ítalos, francos, etc., andam todos às aranhas.
É um partido simpático e moderadíssimo.
Para além do Tavares ter como ideais o jacobinismo mais anormal, onde se inclui projectos de destruição de monumentos históricos que possam ofender muçulmanos (o brasão de Évora, por exemplo), de recriar a formiga branca a perseguir a Igreja Católica, mijar-nos-finados e impedir procissões e festas religiosas católicas, é também muito moderado no empurrão ao mundo às-avessas e só escolhe gente democrata para a Assembleia.
Da outra vez escolheu a bombista das FP25; desta uma racista que, pelo menos, o vírus à americana, do racismo português contra negros, já o conseguiu inventar e infiltrar.
é uma agremiação de aprendizes de feiticeiros. Como se vê
Onde é que o Rui Tavares defendeu isso, para além da ideia de tirar a Religião e Moral das escolas públicas? E quem era a bombista das FP que ele escolheu? Salvo erro, havia uma que esteve no PRP-BR, mas honra lhe seja feita, não matou ninguém nem o pretendia, embora a sua agremiação também não se recomendasse.
1- No Barnabé- tirar o brasão de Évora, crucifixos das escolas, padres dos hospitais: lembrar o aniversário do Marquês de Pombal no dia dos Pastorinhos de Fátima, etc. etc, etc.
2- Sim, enganei-me no nome do grupo bombista- foi a Isabel do Carmo das Brigadas que mandaram matar um dos deles que deixou a coisa. Foi abatido a tiro na rua, de dentro de um carro.
Isto em plena democracia pós- 25 de Abril.
O Barnabé até tinha a sua graça (mais que o Jugular). Era bem escrito e de vez em quando tinha algumas pérolas de humor bem esgalhado, algumas do próprio Rui Tavares.
Era engraçado. Não visitei muito. Comentei uma vez. Disse que um postal era demagógico (Louçã et al tinham feito uma birra na ARcom a visita do rei Borbón, e o barnabé meteu uma foto alusiva à questão: o jovem Juan Carlos Borbón com Franco). A resposta veio irada, invectivando-me por ter feito um “insulto pessoal”. Não voltei. Aquela gente é o que é, já o era na altura. O Jugular é uma casta bem pior, nem vale a pena lembrar.
o primeiro partido da esquerda portuguesa que não vem do marxismo
Talvez o primeiro partido português que vem do maniqueísmo esquerdista que colonizou as escolas públicas e atrofia mentalmente centenas de milhar de portugueses — e que se tornou o linguajar que permite arranjar empregos na administração pública (parecido com o secret hand-shake dos Monty Python).