0 comentários em “O Passos ainda vai ter de engolir a salsicha educativa”
Noticias mal reportadas, e repetidas por gente que devia saber melhor.
A explicação da Oxford Press até está no corpo da noticia, e mesmo assim tanto o jornalista como o bloguista não perderam tempo para mandar desinformação e palermice.
“Os nossos materiais são vendidos em quase 200 países e, como tal, sem comprometer de forma alguma o nosso compromisso, encorajamos alguns autores de materiais educativos a considerar de forma respeitosa as diferenças culturais e as sensibilidades”. As orientações para os nossos materiais educativos diferem entre regiões geográficas e não cobrem as nossas publicações académicas”.
E o comunicado todo em Inglês:
“OUP’s commitment to academic and educational excellence is absolute.
OUP does not have a blanket ban on pigs or pork products in its titles, and contrary to reports, there have been no recent changes to our guidelines in this area.
Our materials are sold in nearly 200 countries, and as such, and without compromising our commitment to educational excellence in any way, we encourage some authors of educational materials respectfully to consider cultural differences and sensitivities.
Guidelines for our educational materials differ between geographies and do not cover our academic publishing. “
Isto não tem nada haver com o Reino Unido, mas sim paises ou instituições de maioria Muçulmanas/Judaicas que tem o porco em diferente consideração.
Esta faz lembrar a do Atlas escolar publicado pel HarperCollins para ser comercializado no Médio Oriente e que não colocava Israel no mapa. A editora justificava-se dizendo que o livro, assim, vendia melhor…
Os muçulmanos e os judeus nada têm contra salsichas. Há à venda em Portugal diversas salsichas enlatadas em lojas muçulmanas. São salsichas halal, produzidas na Dinamarca ou na Turquia a partir de carne de aves e/ou vaca.
Portanto, salsichas não são nada de impuro, desde que sejam feitas sem porco.
Estavam dois alentejanos debaixo de uma azinheira. Um deles trazia um porco ao colo e andava a dar-lhe bolota. Passam dois senhores, vêem aquele quadro e dizem-lhe: – Então não era melhor derrubar a bolota e o porco comia no chão? Vira-se o alentejano para o outro e diz-lhe: – Ó compadre, devem ser engenheiros!!!
Uma cabra, um carneiro e um porco gordo, Juntos num carro iam à feira. Creio Que todo o meu leitor será de acordo Que não davam por gosto este passeio.
O porco ia em grandíssimo berreiro Ensurdecendo a gente que passava; E tanto um como outro companheiro Daquela berraria se espantava.
Diz o carneiro ao porco; «Porque gritas, Animal inimigo da limpeza? Porque, trombudo bruto, não imitas Dos companheiros tens a sisudeza?»
«Sisudos, dizes?!…Quer-me parecer Que não têm a cabeça muito sã, Porque pensam que apenas vão perder, A cabra o leite, o companheiro a lã.
Mas eu, que sirvo só para a lambança, Envio um terno adeus ao meu chiqueiro… Pois cuido que à goela já me avança O agudo facalhão do salsicheiro!»
Pensava sabiamente este cochino, Mas para quê?, pergunto eu. Se o mal é certo, É surdo às nossas queixas o destino; E o que menos prevê é o mais esperto.
Noticias mal reportadas, e repetidas por gente que devia saber melhor.
A explicação da Oxford Press até está no corpo da noticia, e mesmo assim tanto o jornalista como o bloguista não perderam tempo para mandar desinformação e palermice.
“Os nossos materiais são vendidos em quase 200 países e, como tal, sem comprometer de forma alguma o nosso compromisso, encorajamos alguns autores de materiais educativos a considerar de forma respeitosa as diferenças culturais e as sensibilidades”. As orientações para os nossos materiais educativos diferem entre regiões geográficas e não cobrem as nossas publicações académicas”.
E o comunicado todo em Inglês:
“OUP’s commitment to academic and educational excellence is absolute.
OUP does not have a blanket ban on pigs or pork products in its titles, and contrary to reports, there have been no recent changes to our guidelines in this area.
Our materials are sold in nearly 200 countries, and as such, and without compromising our commitment to educational excellence in any way, we encourage some authors of educational materials respectfully to consider cultural differences and sensitivities.
Guidelines for our educational materials differ between geographies and do not cover our academic publishing. “
Isto não tem nada haver com o Reino Unido, mas sim paises ou instituições de maioria Muçulmanas/Judaicas que tem o porco em diferente consideração.
“Triunfo dos Porcos” passa a “Triunfo dos seres cujo nome não pode ser escrito”. Bw0
https://www.youtube.com/watch?v=FQ5YU_sp
Isso não tem nada haver…
Esta faz lembrar a do Atlas escolar publicado pel HarperCollins para ser comercializado no Médio Oriente e que não colocava Israel no mapa.
A editora justificava-se dizendo que o livro, assim, vendia melhor…
Ofe corse and de story of de tree litle pigues mast bee respecfuli baned.
Sugiro recos, para não ofender as massas.
Cambada de palermas…
Os muçulmanos e os judeus nada têm contra salsichas. Há à venda em Portugal diversas salsichas enlatadas em lojas muçulmanas. São salsichas halal, produzidas na Dinamarca ou na Turquia a partir de carne de aves e/ou vaca.
Portanto, salsichas não são nada de impuro, desde que sejam feitas sem porco.
Vá lá que agora há mais engenheiros no Alentejo.
Estavam dois alentejanos debaixo de uma azinheira. Um deles trazia um porco ao colo e andava a dar-lhe bolota. Passam dois senhores, vêem aquele quadro e dizem-lhe:
– Então não era melhor derrubar a bolota e o porco comia no chão?
Vira-se o alentejano para o outro e diz-lhe:
– Ó compadre, devem ser engenheiros!!!
Uma cabra, um carneiro e um porco gordo,
Juntos num carro iam à feira. Creio
Que todo o meu leitor será de acordo
Que não davam por gosto este passeio.
O porco ia em grandíssimo berreiro
Ensurdecendo a gente que passava;
E tanto um como outro companheiro
Daquela berraria se espantava.
Diz o carneiro ao porco; «Porque gritas,
Animal inimigo da limpeza?
Porque, trombudo bruto, não imitas
Dos companheiros tens a sisudeza?»
«Sisudos, dizes?!…Quer-me parecer
Que não têm a cabeça muito sã,
Porque pensam que apenas vão perder,
A cabra o leite, o companheiro a lã.
Mas eu, que sirvo só para a lambança,
Envio um terno adeus ao meu chiqueiro…
Pois cuido que à goela já me avança
O agudo facalhão do salsicheiro!»
Pensava sabiamente este cochino,
Mas para quê?, pergunto eu. Se o mal é certo,
É surdo às nossas queixas o destino;
E o que menos prevê é o mais esperto.