No sítio do costume, a Fátima Campos Ferreira deu a palavra ao socialista Vítor Ramalho. Em poucos minutos, o discurso reencontrou o novo paradigma. Basicamente, estava a ver que a coisa não era posta em cima da mesa e que corríamos um grande risco sistémico.
O paradigma volta a atacar
jmmcc,

Meu Deus, o Ramalho, esteve no prós e contras! Ainda bem que tenho este saudável hábito de ver a 2 às segundas -feiras, básicamente.
Esteve e ainda está. Estão todos com matérias em cima da mesa.
ahahahahah
Não adianta, comecei a ler estas frases de modo enviesado e agora, cada vez que aparecem de novo ainda me dá mais vontade de rir…
Não estive a ver. Reparo agora que a FCF (não é futebol clube de nada, sim?) hoje tem o cabelo muito assapado ou acaçapado, tanto faz.
:)))
Basicamente achapassado?
É um pouco do passado presente.
:))))
Não será um presente futuro? É que o paradigma parece que ainda não mudou.
Eu digo “acachapado”. Está errado?
Está certíssimo.
Que alívio. Já basta o paradigma, para ter de mudar.
Desta vez não vi. Vou guardar-me para quando mudar o paradigma, até lá o risco sistémico é muito alto e nem tudo fica bonito em cima da mesa.
Desta vez, ao menos, a Fatinha teve o bom senso de não o convidar para a mesa (não fosse ele ter a tentação de ir «para cima da mesa»), mas ficou-se pela geral onde disse, mais uma vez, as generalidades do costume. É que estar em pé custa bem mais do que estar refastelado a discursar sobre o novo paradigma, o risco sistémico e tudo o mais que está “on”. E a geral não tem tanto tempo de antena como o palco. Parece-me que aqui está uma boa ideia para a FCF:
o «prós e prós» não devia ter palco – só plateia.
Boa ideia, Luís.