Por este andar vamos deixar de poder ver-nos ao vivo, porque será decepção atrás de decepção. A pergunta que se impõe é esta: o que queremos mesmo é uma vida virtual? Se é isso, siga o baile do faz-de-conta.
12 comentários em “O nada admirável mundo novo”
Oh vizinha! Em bom rigor eu queria muito isto, mas não no sentido virtual – no sentido mais físico que se possa imaginar. Vinha cá alguém a casa munido de qualquer coisa poderosa e eu indicava-lhe o excesso de cintura industrial. O cavalheiro – ou mesmo senhora – agitavam uma espécie de espanador e eu ficava esbelto. Não tão esbelto como a senhora da fotografia a quem retocaram tudo, menos o feitio. Mas esbelto na mesma. No fundo era isto que eu queria. Prontos.
Sabemos, Luís Lavoura. Fez questão de deixar isso bem explícito com a elegância que o caracteriza. Da próxima vez não vamos esquecer-nos de usar o photoshop, só para não ficar chocado.
Começo por me confessar: vi o video 3 vezes sendo a 1ª para ver o assunto e as duas seguintes para confirmar o que me pareceu improvável: as mamas terem sido “esquecidas”! Quanto às virtualidas do virtual, tudo depende dos olhos de quem vê (e do que quer ver). Há quem goste assim e há quem prefira seguir a teoria de São Tomé: apalpar para acreditar. Cumprimentos.
Ora aí está um pormenor que me escapou (ou melhor, dois). Quanto ao S. Tomé, ainda hã-de inventar uma forma de se “apalpar” virtualmente, é o que lhe digo.
Enquanto para nós, for mais importante a imagem que o conteúdo, faremos parte duma sociedade, onde o que conta é aquilo que não é, mas que parece que é…… É muito mau que assim seja!
Oh vizinha!
Em bom rigor eu queria muito isto, mas não no sentido virtual – no sentido mais físico que se possa imaginar. Vinha cá alguém a casa munido de qualquer coisa poderosa e eu indicava-lhe o excesso de cintura industrial. O cavalheiro – ou mesmo senhora – agitavam uma espécie de espanador e eu ficava esbelto. Não tão esbelto como a senhora da fotografia a quem retocaram tudo, menos o feitio. Mas esbelto na mesma. No fundo era isto que eu queria. Prontos.
Ah, vizinho, mas isso era o que todos queríamos! Sem bisturis nem anestesias, de preferência, e sem nos passar um tornado pela conta bancária… 🙂
(anyway, gostei da imagem do espanador. gordura em pó é coisa que nunca tinha imaginado 🙂
Eu quando, há uns meses, vi neste blogue uma fotografia tirada num encontro dos seus autores, fiquei bastante dececionado com o que vi.
Sabemos, Luís Lavoura. Fez questão de deixar isso bem explícito com a elegância que o caracteriza. Da próxima vez não vamos esquecer-nos de usar o photoshop, só para não ficar chocado.
Começo por me confessar: vi o video 3 vezes sendo a 1ª para ver o assunto e as duas seguintes para confirmar o que me pareceu improvável: as mamas terem sido “esquecidas”!

Quanto às virtualidas do virtual, tudo depende dos olhos de quem vê (e do que quer ver).
Há quem goste assim e há quem prefira seguir a teoria de São Tomé: apalpar para acreditar.
Cumprimentos.
Ora aí está um pormenor que me escapou (ou melhor, dois). Quanto ao S. Tomé, ainda hã-de inventar uma forma de se “apalpar” virtualmente, é o que lhe digo.
Mas fui ver outra vez o video: o peito foi alterado, sim (por volta de 0.33m).
🙂
De facto… Mas parece-me que foi mais um “push-up” do que uma verdadeira alteraçõn!
Enquanto para nós, for mais importante a imagem que o conteúdo, faremos parte duma sociedade, onde o que conta é aquilo que não é, mas que parece que é…… É muito mau que assim seja!
Depende de todos nós não deixar que as aparências dominem tudo, Ana.
Cara enjoada, fraca iluminação, parece que não só são os artistas do photoshop a manipular, quem fez este vídeo também.
E a roupa também não esconde a decepção?
Não resta muita decepção para ser escondida naqueles centímetros de roupa, Luckluky, mas quem sabe.