Esta foto, suscita-me a ideia que estes casais deverão ser adeptos do swing. Aliás, sou de opinião que nos primeiros anos de casamento ou de ajuntamento, todos os casais deveriam passar por esta experiência. Assim, quando surgisse um desentendimento entre ambos, bastaria que um deles dissesse ao outro, “desaparece” e acompanhasse a “ordem” com um movimento da mão que estivesse mais a jeito. E ninguém poderia classificar o acto de violência doméstica. Quanto muito, seria de violência aérea, mas esses acho que ainda não estão legislados. (deves pensar que tens muita gracinha Bartolomeu, deves, deves) Ah! e agora o versinho; Lá vai…
Do alto d’esta escarpa avisto o mundo, redondo Daqui, nada me escapa, Desde o belo ao hediondo.
Da beleza natural quando é dia, Ao sete-estrelo quando à noite. Prendem-me a ti estes rochedos. Às memórias de uma antologia, Guardada desde a bela Afrodite. Entre sonhos de homem e tantos medos.
Rodeia-me um Tudo, imenso, Um céu, cor de azul, intenso. Uma vastidão. Profundo! Rodeia-me Um mundo… E o que penso, Está a cima, num infinito a que pertenço! 😉
Como não dava para me sentir descontraído e confortável naquela situação, deixo a invenção para quem seja capaz de tal.
Eu também não acredito que me sentisse assim, mas tenho de admitir que estes reinventam o mundo!
Esta foto, suscita-me a ideia que estes casais deverão ser adeptos do swing.
Aliás, sou de opinião que nos primeiros anos de casamento ou de ajuntamento, todos os casais deveriam passar por esta experiência. Assim, quando surgisse um desentendimento entre ambos, bastaria que um deles dissesse ao outro, “desaparece” e acompanhasse a “ordem” com um movimento da mão que estivesse mais a jeito.
E ninguém poderia classificar o acto de violência doméstica. Quanto muito, seria de violência aérea, mas esses acho que ainda não estão legislados.
(deves pensar que tens muita gracinha Bartolomeu, deves, deves)
Ah! e agora o versinho;
Lá vai…
Do alto d’esta escarpa
avisto o mundo, redondo
Daqui, nada me escapa,
Desde o belo ao hediondo.
Da beleza natural quando é dia,
Ao sete-estrelo quando à noite.
Prendem-me a ti estes rochedos.
Às memórias de uma antologia,
Guardada desde a bela Afrodite.
Entre sonhos de homem e tantos medos.
Rodeia-me um Tudo, imenso,
Um céu, cor de azul, intenso.
Uma vastidão. Profundo!
Rodeia-me Um mundo…
E o que penso,
Está a cima, num infinito a que pertenço!
😉
Cuidado para não entornar cerveja no chãããããão…