Não houve empate? Como? Como é possível? Vão lá colocar o microfone outra vez no lago, isso deu galo. Onde á que já se viu, ganhar um jogo (um jogo ganho no prolongamento conta como empate, não me lixem, eu marco isto à totobola) neste torneio. Marcar golos e não os sofrer? Não sofrer sequer nos minutos finais no caso de uma vitória? O habitual seria sofrer o 2-1 aos 85 minutos e depois rezar aos santinhos todos para nos aguentarmos. Não dá, este coração não aguenta esta falta de sofrimento. Mais um pouco e deixamos de tocar fado e tornamo-nos todos baptistas, não querem lá ver? Da forma como isto vai ainda ganhamos no domingo, com 3-0 sem espinhas, o défice estrutural desaparece, Sousa Tavares, Rita Ferro ou Rodrigues dos Santos ganha o Nobel da Literatura, Durão Barroso é escolhido para secretário geral da ONU e José Sócrates é canonizado pelo Patriarca de Lisboa que passa a ser o novo Papa sem ter de se tornar o bispo de Roma.
Ou então perdemos e fica tudo na mesma.
Análise mais a sério aqui.

Boa análise do jogo, João. Muito boa mesmo.
Esta Pedro? Ou a outra? Gosto mais desta, está mais de acordo com o meu estado de alma de ontem. E de hoje: ainda não acredito que Portugal está na final…
Falo da outra. Esta é um ‘amouse bouche’. E funciona na perfeição como tal.
Em qualquer dos casos: obrigado 🙂
Não houve empate.
Obrigado. Na minha releitura não tinha dado pela falta do “h”.